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Cura da Obsessão (Desobsessão)


Você é um ser humano adulto e consciente, responsável pelo seu comportamento.
Controle as suas ideias.
Rejeite os pensamentos inferiores e perturbadores.
Estimule as suas tendências boas e repila as más.
Tome conta de si mesmo.Deus concedeu a jurisdição de si mesmo, é você quem manda em você nos caminhos da vida. Não se faça de criança mimada. Aprenda a se controlar em todos os instantes e em todas as circunstâncias.
Experimente o seu poder e verá que ele é maior do que você pensa.
A cura da obsessão é uma auto-cura. Ninguém pode livrar você da obsessão se você não quiser livrar-se dela. Comece a livrar-se agora, dizendo a você mesmo:
Sou uma criatura normal, dotada do poder e do dever de dirigir a mim mesmo.
Conheço os meus deveres e posso cumpri-los.
Deus me ampara.
Repita isso sempre que se sentir perturbado. Repita e faça o que disse. Tome a decisão de se portar como uma criatura normal que realmente é, confiante em Deus e no poder das forças naturais que estão no seu corpo e no seu espírito, à espera do seu comando. Dirija o seu barco.
Reformule o seu conceito de si mesmo. Você não é um pobrezinho abandonado no mundo. Os próprios vermes são protegidos pelas leis naturais. Por que motivo só você não teria proteção? Tire da mente a idéia de pecado e castigo. O que chamam de pecado é o erro, e o erro pode e deve ser corrigido. Corrija-se. Estabeleça pouco a pouco o controle de si mesmo, com paciência e confiança em si mesmo.
Você não depende dos outros, depende da sua mente. Mantenha a mente arejada, abra suas janelas ao mundo, respire com segurança e ande com firmeza. Lembre-se dos cegos, dos mudos e dos surdos, dos aleijados e deficientes que se recuperam confiando em si mesmos. Desenvolva a sua fé. Fé é confiança. Existe a Fé Divina, que é a confiança em Deus e no Seu Poder que controla o Universo. Você, racionalmente, pode duvidar disso? Existe a Fé Humana, que é a confiança da criatura em si mesma. Você não confia na sua inteligência, no seu bom senso, na sua capacidade de ação? Você se julga um incapaz e se entrega às circunstâncias deixando-se levar por ideias degradantes a seu respeito? Mude esse modo de pensar, que é falso.
Quando vier às reuniões de desobsessão, venha confiante. Os que o esperam estão dispostos a auxiliá-lo. Seja grato a essas criaturas que se interessam por você e ajude-as com sua boa vontade. Se você fizer isso, a sua obsessão já começou a ser vencida. Não se acovarde, seja corajoso.
Apenas o doente convertido voluntariamente em médico de si mesmo atinge a cura positiva. No doloroso quadro das obsessões, o princípio é análogo.
Se a vítima capitula sem condições, ante o adversário, entrega-se-lhe totalmente e torna-se possessa, após transformar-se em autômato à mercê do perseguidor.
Se possui vontade frágil e indecisa, habitua-se com a persistente atuação dos verdugos e vicia-se no círculo de irregularidades de muito difícil corrigenda, porquanto se converte, aos poucos, em polos de vigorosa atração mental aos próprios algozes. Em tais casos, nossas atividades de assistência estão quase circunscritas a meros trabalhos de socorro, objetivando resultados longínquos.
Quando encontramos, porém, o enfermo interessado na própria cura, valendo-se de nossos recursos para aplicá-los à edificação interna, então podemos prever triunfos imediatos.
Em todas as nossas atividades de socorro há sempre imenso proveito, ainda mesmo quando a sua extensão não seja perceptível ao olhar comum. E qualquer doente dessa natureza que se disponha a cooperar conosco, em benefício próprio, colaborando decididamente na restauração de suas atividades mentais, regenerando-se à luz da vida renovada no Cristo, pode esperar o restabelecimento da saúde relativa do corpo terrestre. Quando a criatura, todavia, roga a assistência de Jesus com os lábios, sem abrir o coração à influência divina, não deve aguardar milagres de nossa colaboração. Podemos ajudar, socorrer, contribuir, esclarecer; não é, porém, possível improvisar recursos, cuja organização é trabalho exclusivo dos interessados.
…Observou a jovem que tudo faz por guardar-se do mal? Tem estado a cair sob os golpes dos perseguidores que lhe assediam impiedosamente o coração. Entretanto, como alguém que atravessa longa e perigosa senda sobre o abismo, confiante em Deus, ela tem recorrido à prece, incessantemente, estudando a si mesma e mobilizando as possibilidades de que dispõe para não perturbar a ordem dentro dela própria. Na tentação de que é vítima, tem essa irmã a provação que a redime. Ela, porém, com o heroísmo silencioso de seu trabalho, tem esclarecido os próprios perseguidores, compelindo-os à meditação e à disciplina. Segundo vê, essa lutadora sabe preservar o instrumento que lhe foi confiado e, convertida em doutrinadora dos verdugos, pelo exemplo de resistência ao mal, transforma os inimigos, iluminando a si mesma. Ante a colaboração dessa natureza, temos o problema da cura altamente facilitado.
Não se verificará, porém, o mesmo com aqueles que não se acautelam com a defesa do instrumento corporal. Entregue aos malfeitores, o violino simbólico a que nos referimos pode permanecer semidestruído. E, ainda que seja restituído ao legítimo possuidor, não pode atender ao trabalho da harmonia, com a mesma exatidão de outro tempo. Um stradivarius pode ser autêntico, mas não se fará sentir com as cordas rebentadas.
Como vemos, os casos de obsessão apresentam complexidades naturais e, na solução deles, não podemos prescindir do concurso direto dos interessados.
Site:  Espiritismo – Conceitos
31 Out 2015
rosanemerat · 89 vistos · 0 comentários
Categorias: ABC do Espiritismo

Desdobramento


O desdobramento espontâneo pode mostrar um caráter medianímico, ou não. Caracteriza-se como medianímico, quando serve à manifestação de uma vontade estranha à do sujeito (médium), com vistas à orientação ou esclarecimento, ou, até, à mera comprovação da sobrevivência espiritual. Trata-se, aliás, de um fenômeno bem comum entre os médiuns de incorporação, que, em se desprendendo e chegando ao desdobramento, facilitam mais a ação do Espírito comunicante sobre seu equipamento físico, acompanhando, conscientemente, todo o processo, que não deixa, aliás, de receber, quase sempre, sua influência e sustentação.  

O desdobramento induzido difere do espontâneo, por resultar de uma ação específica  que  deflagra  o  processo.  O  sujeito  pode  ser  induzido  ao desdobramento  magneticamente  ou  hipnoticamente,  apresentando-se  mui tênues,  na  verdade,  as  diferenças  entre  os  dois  processos, facilmente confundíveis, aliás, e não sendo raro, até, que ambos sejam empregados conjugadamente numa mesma operação. A indução magnética é normalmente aplicada pelos Espíritos, em tarefa de ajuda aos médiuns, especialmente para que consigam desprender-se e, se for o caso, desdobrar-se, facilitando aos comunicantes o uso de seu equipamento físico para o trabalho psicofônico e psicográfico, entre outros.
O desdobramento (que nada tem a ver com que se conhece em Neurologia, como sensação de “despersonalização”) é hoje não só plenamente reconhecido, como estudado por pesquisadores de importantes centros. O perispírito pode apresentar-se bi-corpóreo, ou seja, com um outro corpo, de forma igual ao do físico, fluídico, com maior ou menor densidade, mas suscetível de ser visto e, até, tocado.
Raros Espíritos encarnados conseguem absoluto domínio de si próprios, em romagens de serviço edificante fora do carro de matéria densa .  Habituados à orientação pelo ante qualquer surpresa menos agradável, na esfera de fenômenos inabituais, procuram instintivamente o retorno ao vaso carnal, à maneira do molusco que se refugia na própria concha,  diante de qualquer impressão em desacordo com os seus movimentos rotineiros.
Nem todo “desprendimento” significa desdobramento.
Pode ser espontâneo ou induzido (provocados magnética ou hipnoticamente).
Site:  Espiritismo – Conceitos
31 Out 2015
rosanemerat · 108 vistos · 0 comentários
Categorias: ABC do Espiritismo

Desdobramento em Serviço

Resultado de imagem para desdobramento em serviço

Personagens do texto abaixo:
Áulus                 Espírito orientador de André Luiz, no plano espiritual.
André Luiz        Espírito que ditou o testo abaixo, por intermédio do médium Chico Xavier.
Hilário               Espírito, companheiro de André Luiz.
Clementino        Espírito – supervisor (mentor) espiritual – responsável pela reunião mediúnica.
Antônio Castro O médium

Chegara a vez do médium Antônio Castro. Profundamente concentrado, denotava a confiança com que se oferecia aos objetivos de serviço.
Aproximou-se dele o irmão Clementino e, à maneira do magnetizador comum, impôs-lhe as mãos aplicando-lhe passes de longo circuito.
Castro como que adormeceu devagarinho, inteiriçando-se-Ihe os membros.
Do tórax emanava com abundância um vapor esbranquiçado que, em se acumulando à feição de uma nuvem, depressa se transformou, à esquerda do corpo denso, numa duplicata do médium, em tamanho ligeiramente maior.Nosso amigo como que se revelava mais desenvolvido, apresentando todas as particularidades de sua forma física, apreciavelmente dilatadas.
O diretor espiritual da casa submetia o medianeiro a delicada intervenção magnética que não seria lícito perturbar ou interromper.
O médium, assim desligado do veículo carnal, afastou-se dois passos, deixando ver o cordão vaporoso que o prendia ao campo somático.
Enquanto o equipamento fisiológico descansava, imóvel, Castro, tateante e assombrado, surgia, junto de nós, numa cópia estranha de si mesmo, porquanto, além de maior em sua configuração exterior, apresentava-se azulada à direita e alaranjada à esquerda.
Tentou movimentar-se, contudo, parecia sentir-se pesado e inquieto…
Clementino renovou as operações magnéticas e Castro, desdobrado, recuou, como que se justapondo novamente ao corpo físico.
Verifiquei, então, que desse contacto resultou singular diferença. O corpo carnal engolira, instintivamente, certas faixas de força que imprimiam manifesta irregularidade ao perispírito, absorvendo-as de maneira incompreensível para mim.
Desde esse instante, o companheiro, fora do vaso de matéria densa, guardou o porte que lhe era característico.
Era, agora, bem ele mesmo, sem qualquer deformidade, leve e ágil, embora prosseguisse encadeado ao envoltório físico pelo laço aeriforme, que parecia mais adelgaçado e mais luminoso, à medida que Castro-Espírito se movimentava em nosso meio.
Enquanto Clementino o encorajava com palavras amigas, o nosso orientador, certamente assinalando-nos a curiosidade, deu-se pressa em esclarecer: Com o auxílio do supervisor, o médium foi convenientemente exteriorizado. A princípio, seu perispírito ou «corpo astral» estava revestido com os eflúvios vitais que asseguram o equilíbrio entre a alma e o corpo de carne, conhecidos aqueles, em seu conjunto, como sendo o «duplo etérico», formado por emanações neuropsíquicas que pertencem ao campo fisiológico e que, por isso mesmo, não conseguem maior afastamento da organização terrestre, destinando-se à desintegração, tanto quanto ocorre ao instrumento carnal, por ocasião da morte renovadora. Para melhor ajustar-se ao nosso ambiente, Castro devolveu essas energias ao corpo inerme, garantindo assim o calor indispensável à colmeia celular e desembaraçando-se, tanto quanto possível, para entrar no serviço que aguarda.
Ah!, disse Hilário, com expressão admirativa, aqui vemos, desse modo, a exteriorização da sensibilidade!…
Sim, se algum pesquisador humano ferisse o espaço em que se situa a organização perispirítica do nosso amigo, registraria ele, de imediato, a dor do golpe que se lhe desfechasse, queixando-se disso, através da língua física, porque, não obstante liberto do vaso somático, prossegue em comunhão com ele, por intermédio do laço fluídico de ligação.
Observei atentamente o médium projetado ao nosso círculo de trabalho.
Não envergava o costume azul e cinza de que se vestia no recinto, mas sim um roupão esbranquiçado e inteiriço que descia dos ombros até o solo, ocultando-lhe os pés, e dentro do qual se movia, deslizante.
Áulus registrou-me as anotações íntimas e esclareceu: Nosso irmão, com a ajuda de Clementino, está usando as forças ectoplásmicas que lhe são próprias, acrescidas com os recursos de cooperação do ambiente em que nos achamos. Semelhantes energias transudam de nossa alma, conforme a densidade específica de nossa própria organização, variando desde a sublime fluidez da irradiação luminescente até a substância pastosa com que se operam nas crisálidas os variados fenômenos de metamorfose.
Depois de fitar o médium hesitante alguns momentos, prosseguiu: Castro é ainda um iniciante no serviço. À medida que entesoure experiência, manejará possibilidades mentais avançadas, assumindo os aspectos que deseje, considerando que o perispírito é constituído de elementos maleáveis, obedecendo ao comando do pensamento, seja nascido de nossa própria imaginação ou da imaginação de inteligências mais vigorosas que a nossa, mormente quando a nossa vontade se rende, irrefletida, à dominação de Espíritos tirânicos ou viciosos, encastelados na sombra.
Nosso amigo, então, se pudesse pensar com firmeza fora do campo físico, se já tivesse conquistado uma boa posição de autogoverno, com facilidade imprimiria sobre as forças plásticas de que se reveste a imagem que preferisse, aparecendo ao nosso olhar como melhor lhe aprouvesse, porque é possível estampar em nós mesmos o desenho que nos agrade.
Importa reconhecer, contudo, que esse desenho, embora vivo, não é comparável ao vestuário em nosso plano…
Áulus acrescentou: De modo nenhum, o pensamento modelará a forma que nos inclinamos a adotar, no entanto, os apetrechos de nossa apresentação na esfera diferente de vida a que fomos trazidos, segundo vocês já conhecem, variarão em seus tipos diversos.
Lembremo-nos, para exemplificar, de um homem terrestre tatuado. Terá ele escolhido um desenho, através do qual a sua forma, por algum tempo, se faz mais facilmente identificável, mas envergará a vestimenta que mais lhe atenda ao bom gosto, conforme as usanças do quadro social a que se ajusta.
Durante o desdobramento, o médium não deve dispersar a atenção. O médium, sendo incipiente ainda nesse gênero de tarefa, precisa de instrumentação adequada para reduzir a própria capacidade de observação, de modo a interferir o menos possível na tarefa a executar. Esta instrumentação consiste de um capacete, do plano espiritual, em forma de antolhos, a fim de evitar o desvio de atenção…
A oração do grupo, acompanhando-o na excursão e transmitida ao médium, de imediato, constitui-lhe abençoado tônico espiritual…
O corpo físico do médium funciona como se lhe fosse um aparelho radiofônico para comunicações a distância…
Raros Espíritos encarnados conseguem absoluto domínio de si próprios, em romagens de serviço edificante fora do carro de matéria densa. Habituados à orientação pelo corpo físico, ante qualquer surpresa menos agradável, na esfera de fenômenos inabituais, procuram instintivamente o retorno ao vaso carnal, à maneira do molusco que se refugia na própria concha, diante de qualquer impressão em desacordo com os seus movimentos rotineiros.
O médium em estado de desdobramento, afastado do corpo físico, encontrando-se com um espírito que deseje se comunicar, o médium pode servir de intermediário. O seu corpo físico pode modificar a expressão fisionômica ao transmitir a mensagem do espírito comunicante.
Normalmente, o médium ao retornar ao seu estado normal, na posse de todas as suas faculdades normais, pode esfregar os olhos como quem desperta de grande sono.
Site:  Espiritismo – Conceitos
31 Out 2015
rosanemerat · 119 vistos · 0 comentários
Categorias: ABC do Espiritismo

Comunicação Social Espírita

“A missão do Espiritismo é transformar o homem, para que o mundo se transforme”.
Sabemos que a evolução acontece através das experiências que vivemos, dos relacionamentos, da troca de ideias, informações e dos meios de divulgação das ideias.
A divulgação do Espiritismo nos tempos atuais é extremamente importante. O Espiritismo precisa sair das quatro paredes do Centro Espírita. Cada um de nós pode contribuir, dentro de suas possibilidades, difundindo a mensagem espírita para a humanidade encarnada, numa chamada de consciência para que o homem alcance horizontes mais altos. 
O que é Comunicação Social Espírita
A Comunicação Social é o processo de mensagens dirigidas a um grande público, anônimo, heterogênio (diversificado), através de vários veículos, entre os livros, jornais, revistas, cinema e emissoras de rádio e de televisão.
A sua principal prioridade é apontar a meta da Doutrina dos Espíritos, que é a de melhorar o homem para que o homem melhore a instituição humana. Para tanto é preciso que se comunique ao homem, pelos meios disponíveis, sobre a necessidade para o despertamento dos valores da vida, aplicáveis em todas as circunstâncias, isto é, como lidar com os valores materiais, vitais, estéticos, éticos e morais no relacionamento humano, nos testes de cada dia, informando-lhe que o conhecimento e vivência dos princípios espíritas podem oferecer-lhe valiosos recursos para a melhora gradativa, no seu desempenho como candidato da sabedoria do viver com o mundo.
A Comunicação Social Espírita, sem dúvida, tem contribuição valiosa para oferecer ao ser encarnado, no tocante ao aperfeiçoamento espiritual da humanidade, quando sugere a aplicação da Lei do Amor como base para a fraternidade entre os homens, no desafio permanente e constante contra o egoísmo, orgulho, vaidade, ódio, inveja e violência, pois a pedra angular da nova ordem social é a fraternidade.
Princípios Filosóficos
A Comunicação Social Espírita destina-se ao púbico em geral, objetivando a divulgação da Doutrina Espírita, colocando ao seu alcance os princípios doutrinários e os serviços que o espiritismo oferece.  Os principais serviços oferecidos dentro de uma casa espírita são:
Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita.
Evangelização de crianças.
Estudo sobre Mediunidade.
Atendimento Fraterno.
Palestras Públicas.
Obras Assistências, e entre outras atividades dependendo da quantidade de trabalhadores envolvidos nas tarefas e da sua própria capacidade econômica.
Nesta tarefa não há propósito de convencer e nem converter. Há o propósito de informar e esclarecer. Divulga-se a Doutrina Espírita porque ela representa uma verdade consoladora, que é válida, útil e necessária aos homens e que concorre para melhoria da Humanidade. Sua aceitação, todavia será sempre voluntária e consciente. Sua imagem estará sempre associada “a liberdade com responsabilidade”.
A Comunicação Social Espírita destina-se também ao público interno, através da transmissão de informações gerais e específicas relacionadas com as atividades das instituições que tenham por fim o estudo, a difusão e a prática da Doutrina Espírita.
A informação passa a ser também um meio para promover a união dos espíritas e de suas instituições, a unificação e o fortalecimento do movimento espírita. A comunicação interna deve, pois caracterizar-se pela fraternidade, pela solidariedade, pela compreensão, pela tolerância, pelo apoio recíproco entre os companheiros que alimentam o mesmo ideal.
Princípios e Diretrizes Evangélicos Doutrinários
Toda Comunicação Social Espírita, independente de sua forma de expressão e do público a que se destina, deve refletir o amor e a verdade que estão contidos na Doutrina Espírita.
Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. No Cristianismo se encontram todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram. (O Espírito de Verdade- O advento do Espírito de Verdade- Evangelho Segundo o Espiritismo- Allan Kardec)
Em todas as situações, a mensagem dever ser dirigida no rumo do entendimento fraternal, visando informar e orientar, mas também projetar imagem favorável e positiva do Espiritismo.
Se o espiritismo, conforme foi anunciado, tem que determinar a transformação da Humanidade, claro é que esse efeito ele só poderá produzir, melhorando as massas. O que se verificará gradualmente, pouco a pouco, em consequência do aperfeiçoamento dos indivíduos. (Allan Kardec -O Livro dos Espíritos cap. XIX , item 350).
Independente do grau de informação e persuasão que a mensagem apresente, ela deve revestir de equilíbrio e harmonia, visando contribuir, efetivamente, para esclarecer, consolar e orientar.
A Comunicação Social Espírita, portanto, deve sempre refletir uma postura expositiva e nunca impositiva, respeitando-se tanto o princípio de liberdade que a Doutrina Espírita preconiza, como também o público a que se destina, que tem faixas de interesses e motivação que não podem ser violentadas.
Toda Comunicação Social Espírita deve caracterizar-se pelo propósito prioritário de promover a Doutrina Espírita, sua mensagem, seus princípios e seus benefícios, sem a preocupação de destaque para a pessoa que promove.
A forma de apresentação da mensagem deve primar pela simplicidade, isentando-se qualquer conotação sensacionalista, não obstante possa e deva ser atualizada e dinâmica.
Meios e Mecanismos de Comunicação
O Veículo é todo meio, forma ou recurso capaz de divulgar a mensagem ao público a que se destina.  A principal função dos meios de comunicação é a utilização adequada dos veículos de comunicação, observando: a audiência, a frequência, a área de abrangência, a duração, a localização, a programação (ou inserções), com o propósito de obter-se o melhor resultado, no caso, para o movimento espírita.
Os principais meios de comunicação dividem-se em:
Eletrônicos, televisão, rádio, cinema e alto-falantes.
Jornal, revista, propaganda ao ar livre (outdoor), boletins, cartazes, folhetos, mensagens, faixa e brindes de modo geral (marcadores de páginas, calendários, camisetas, agendas, adesivos), etc…
Cada um apresenta características peculiares, vantagens e limitações. É essencial conhecê-las para obtenção de aproveitamento integral dos recursos.
A Federação Espírita Brasileira (FEB), orienta aos representantes das casas espíritas que toda comunicação espírita deve ter como parâmetro a expansão doutrinária do espiritismo, conceitos e páginas das obras fundamentais do Espiritismo.  Nos comentários, palestras e citações, esquivar-se de alusões ofensivas ou desrespeitosas aos direitos e às ideias alheias, especialmente àquelas que se refiram às crenças religiosas e aos interesses coletivos.
Biblioteca
A biblioteca em uma Casa Espírita possibilita o acesso ao livro, principalmente àqueles que, não tendo condições de adquiri-los, ficariam privados das leituras edificantes e enriquecedoras que as obras espíritas nos trazem.
A biblioteca de livros e periódicos espíritas deve servir para o uso dos seus frequentadores e de outras pessoas interessadas.
O Comunicador Social e seu Trabalho
Manter um bom relacionamento com outros departamentos da casa para servir adequadamente à casa, o Comunicador Social deve estar a par dos planos e acontecimentos programados.
O Comunicador Social Espírita é um prestador de serviços para todos, auxiliando-os na confecção correta de material impresso como mensagens, apostilas, comunicados, anúncios e etc.
Qualificação/Perfil do Comunicador Social Espírita:
Habilidade para representar devidamente a casa espírita.
Equilíbrio e sensatez.
Capacidade de planejamento e organização.
Capacidade de escrever as notícias de forma atrativa e gramaticalmente correta.
Boa vontade para cumprir suas responsabilidades.
Habilidade para relacionar-se com as pessoas.
Ter conhecimento das atribuições do setor de Comunicação Social.
Estar bem informado sobre os acontecimentos do movimento espírita Local, Regional, Nacional e Mundial, além das notícias gerais e acontecimentos no mundo.
Amor à pregação do Evangelho e da Doutrina.
Disposição para fazer um trabalho discreto e estratégico.
A Era da Internet
A Internet é uma rede mundial de computadores que não pertence a nenhum governo ou empresa.
A Internet hoje é maior rede mundial de comunicação, interligando computadores de grande, médio e pequeno porte e uma gama variada de pessoas com interesses em negócios, pesquisa, marketing, lazer, comunicação, turismo, propaganda, cultura e tantas outras áreas quanto se possa imaginar.
Hoje é possível ouvir rádio, assistir TV, ler livros, jornais, revistas, interagindo em tempo real com os acontecimentos, participando efetivamente, enviando sugestões, opiniões, cartas, reunindo grupos afins, participando de palestras, conversando com pessoas residentes em outros países, que não fosse a Internet, jamais seria possível.
Atualmente o número de sites espíritas é muito grande e presente em quase todos os países do Globo. É evidente que o veículo pode e deve, como vem fazendo na divulgação do Espiritismo, ser um instrumento de real valor na difusão das ideias Espíritas, mas desde que trabalhem as mensagens, comentários e assuntos sobre a ótica de Kardec, atendendo principalmente para os princípios éticos e morais da Doutrina dos Espíritos. As atividades espíritas na Internet são, entre outras:
Divulgação da Doutrina Espírita.
Estudo e esclarecimento doutrinário.
Estudos programados (cursos).
Palestras e Reuniões virtuais.
Auxílio fraterno e apoio moral.
Vibrações e tratamento de desobsessão.
Orações com fundo musical.
Livros Espíritas virtuais.
Boletins e jornais eletrônicos.
Programa de rádio.
Bazar virtual.
Criação de laços de amizade.
“A difusão espírita é justamente o esforço no qual todos os homens de boa vontade devem estar engajados”. (Cairbar Schutel)
A Internet é o que cada pessoa quiser que ela seja.
“O Espiritismo será o que o fizerem os homens”. – Leon Denis
“Solidários, seremos união.  Seperados uns dos outros seremos ponto de vista.  Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos”. – Bezerra de Menezes

Referencias Bibliográficas
Orientação à Comunicação Social Espírita – Fundamentos Filosóficos e Técnicos – Federação Espírita Brasileira (FEB), 2ª Edição – Brasília/2013.
Federação Espírita do Estado do Mato Grosso – Coordenação de Comunicação Social



Princípios e Diretrizes da Comunicação Social Espírita –FEB ( Outubro/1993).
Manual Prático do Comunicador Social Espírita- CFN/FEB- Comissão Regional Nordeste.
Livro Conduta Espírita ( páginas 24 a 27) psicografia de Waldo Vieira ditado pelo espírito de André Luiz.

Palestras realizadas pela expositora ROSANE MERAT nos Centros Espíritas:
Centro Espírita Trabalhadores de Jesus – Venda das Pedras – Itaboraí – RJ
Data:  10 de setembro de 2015        Horário:  20:00 às 21:00 hs da noite
Centro Espírita João Batista – Visconde de Itaboraí – Itaboraí – RJ
Data:  10 de outubro de 2015        Horário:  17:00 às 18:00 hs da noite
31 Out 2015
rosanemerat · 218 vistos · 1 comentário
Categorias: Artigos

Oração de Intercessão





A oração intercessória em favor dos que sofrem, constitui sempre uma contribuição valiosa para aquele a quem é dirigida.



Não resolve o problema, nem retira a aflição, que constituem recurso de reeducação, todavia, suaviza a aspereza da prova e inspira o calceta, auxiliando-o a atenuar os golpes do próprio infortúnio.



Ademais, acalma e dulcifica aquele que ora, por elevá-lo às Regiões Superiores, onde haure as emoções transcendentais que lhe alteram para melhor as disposições íntimas.



A oração é sempre um bálsamo para a alma, que se torna medicação para os equipamentos fisiológicos.



A emissão do pensamento em prece canaliza forças vivas em direção do objetivo almejado, terminando por alterar a constituição de que se reveste o ser.



Quem ora, encontra-se, porque sintoniza com a idéia divina em faixas de sutis vibrações, inabituais nas esferas mais densas.



Dirigida aos enfermos, estimula-lhes os centros atingidos pela doença, restaurando o equilíbrio das células e recompondo o quadro, que o paciente deve preservar.



Projetada no rumo do atormentado, alcança-o e acalma-o, desde que este se encontre receptivo, como é fácil de compreender-se. E mesmo que ele não sintonize com a onda benéfica que o alcança, não deixará de receber-lhe o conteúdo vibratório.



Alguém que se recusa à luz solar, mesmo assim, é bafejado pela sua radiação e pelas ondas preservadoras da saúde e da vida.



A oração propicia equivalentes resultados salutares.



A oração pelos mortos constitui valioso contributo de amor por eles, demonstração de ternura e recurso de caridade inestimável.



Semelhante a telefonema coloquial, a rogativa lhes chega ungida de afeto que os sensibiliza, e o conteúdo emocional os desperta para as aspirações mais elevadas, que passam a plenificá-los.



Além disso, pelo processo natural de sintonia com as Fontes geradoras da Vida, aumenta o potencial que se derrama, vigoroso, sobre os destinatários, ensejando-lhes abrir-se à ajuda que verte do Pai na sua direção.



Deve-se orar no lar, sem qualquer perigo de atrair-se para o recinto doméstico, o Espírito mentalizado, sendo que, pelo contrário, se este permanece, aturdido ou perturbado, junto à família, libera-se ou vai recambiado para Hospitais e recintos próprios do Além, onde se restabelece e se equilibra.



Demonstra o teu amor pelos desencarnados, orando por eles, recordando-os com afeto e mantendo na mente as cenas felizes que com eles viveste.



Evita as evocações dolorosas, que os farão sofrer ao impacto da tua mente n’Eles fixada.



Reveste o teu impulso oracional com os reais desejos de felicidade para eles, que se reconfortarão, por sua vez, bendizendo-te o gesto e o sentimento.



Ninguém que esteja degredado para sempre. Portanto, todos aguardam intercessão, socorro, oportunidade liberativa.



Ora, pois, quanto possas, pelos que sofrem, pelos que partiram da Terra, igualmente por ti mesmo, repletando-te da paz que deflui do ato de comungar com Deus.



Pelo Espírito de: Joanna de Ângelis



Médium: Divaldo P. Franco



Livro: Momentos de Meditação



Site: Espiritismo – Atendimento Fraterno


23 Jun 2015

A Oração


Foto: Internet

O que é a Oração?

A oração é a elevação da nossa alma para Deus; é por ela que entramos em comunicação com Ele e dEle nos aproximamos.

Deus atende àqueles que oram com fé e fervor?

Deus envia-lhes sempre bons Espíritos para os auxiliarem.

Existem fórmulas especiais de orações?

Não. A divindade pouco se preocupa com as fórmulas; as intenções do suplicante é que fazem peso na balança da Bondade Divina.

Por que então existem, mesmo no Espiritismo, orações ditadas por Espíritos e que foram publicadas em livros?

Para ensinar os homens a raciocinar quando se dirigem a Deus e fazê-lo não só por meio de palavras, como também pelo sentimento e com inteligência.

Então essas fórmulas não compõem um ritual?

O Espiritismo não tem ritual, nem Formalismo. O intuito dos Espíritos, dando-nos uma coleção de preces, é nos oferecer um modelo de como deve ser feita a prece, sem que por isso se restrinjam às palavras escritas. É, ainda mais, como se disse, tornar a Oração inteligente e compreendida, e dar o sentido da petição que devemos fazer ao Supremo Criador, para aprendermos a pedir o que nos convém e o que nos é útil.

A Oração é agradável a Deus?

Sim, porque é um ato de humildade, é o reconhecimento das nossas fraquezas e da nossa inferioridade, evocando o auxílio dos Poderes Superiores, sempre solícitos em atender aos nossos rogos.

Por quem devemos orar?

Por nós mesmos, por nossos parentes, pelos nossos amigos e inimigos deste e do outro Mundo; devemos orar pelos que sofrem e por aqueles por quem ninguém ora.

Qual a Oração do Senhor?

Nosso Pai, que estais no infinito, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino – o reino do bem; seja feita a vossa vontade na Terra e no espaço, assim como em todos os mundos habitados; dai-nos o pão da alma e do corpo; perdoai as nossas ofensas como de todo o coração perdoamos aos que nos têm ofendido; não nos deixeis sucumbir à tentação dos maus espíritos, mas enviai-nos os bons para nos esclarecerem. Amo-vos, ó meu Deus, de toda a minha alma e quero amar a todos os homens que, pelo vosso amor, são todos meus irmãos.

CAIRBAR SCHUTEL

(Do livro: ESPIRITISMO PARA AS CRIANÇAS)

Site: Espiritismo – Atendimento Fraterno

23 Jun 2015
rosanemerat · 145 vistos · 0 comentários
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