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Na Conquista da Liberdade


“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade, porém, não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros pelo amor.” - Paulo. (GÁLATAS, 5:13.)

A mente humana, antes do contato com o Cristo, o Divino Libertador, padecia milenárias algemas de servidão.
Era o cativeiro da violência, convertendo o mundo em arena de senhores e escravos...
Era o grilhão implacável do ódio garantindo impunidade aos crimes de raça...
Era a treva da ignorância aprisionando a inteligência nas teias do vício dourado...
Era a obsessão da guerra permanente, encarcerando os povos em torrentes de sangue e lama...
Cristo veio, porém, e conquistando a libertação espiritual do mundo, a preço de sacrifício, descerra novos horizontes à Humanidade.

Da Manjedoura à Cruz, movimenta-se o Amigo Divino, reintegrando o homem na posse da simplicidade, do equilíbrio, da esperança, da alegria e da vida eterna que constituem fatores essenciais da justa libertação do espírito.
Devemos, pois, ao Senhor, a felicidade de nossa gradativa independência, para a imortalidade; entretanto, para atingir a glória divina a que estamos destinados, é preciso saibamos renunciar conscientemente à nossa própria emancipação, sustentando-nos no serviço espontâneo em favor dos outros, porquanto somente através da nossa voluntária rendição ao dever, por amor aos nossos próprios deveres, é que realmente alcançaremos a auréola da liberdade vitoriosa.

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  73 à 74, Uberaba – Minas Gerais/1965.

23 Jan 2015

Na Palavra e na Ação


“E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.” – Paulo. (COLOSSENSES, 3:17.)

Dizes-te cristão, declaras-te seguidor de Jesus, afirmas-te cultor do Evangelho...
Isso quer dizer que o nome do Senhor se encontra empenhado em tuas mãos.
Se buscamos o Cristo, decerto é necessário refleti-lo.
É imprescindível, assim, saibamos agir como se lhe fôssemos representantes fiéis, no caminho em que estagiamos.
Lembra-te de semelhante obrigação e, cumprindo-a, libertar-te-ás com facilidade das sombras que te atormentam a marcha.
Assevera-nos o Apóstolo: - “ e tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.”
Efetivamente, a palavra e os atos representam a força de exteriorização dos nossos sentimentos e pensamentos.

O coração inspira o cérebro.O cérebro dirige a existência.
A emoção cria a idéia. A idéia plasma as ações.
É preciso, pois, sentir com Jesus para que aprendamos a raciocinar e a servir com ele.
Alguém nos sugere a extensão da maledicência, nas teias do julgamento precipitado? Há quem nos chame à contemplação das chagas e cicatrizes alheias? Surgem desavenças e mágoas em nosso campo de ação?
Usemos a palavra nos moldes do Benfeitor Sublime, ajudando para o bem de todos, entre a bondade e o perdão.
Somos tentados ao revide por ofensas inesperadas? Sofremos preterição e calúnia, apodo e perseguição? Padecemos íntimo desencanto ou desgostos e angústias no templo familiar?
Usemos a conduta do Sublime Benfeitor, ajudando para o bem de todos, entre o perdão e a bondade.
Seja onde for e com quem for, busca o lado luminoso das criaturas, mobilizando o amor puro, a fim de que estejas em verdade na companhia do Excelso Cultivador, purificando a eira do mundo.
Não basta declarar a nossa condição de aprendizes do Mestre dos mestres. É indispensável estejamos realmente com ele, para com ele colaborar na construção da Vida Melhor.

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  57 à 58, Uberaba – Minas Gerais/1965.

23 Jan 2015

Na Senda do Cristo

 

 

“Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.”
– Jesus. (Mateus. 5:44.)

O caminho de Jesus é de vitória da luz sobre as trevas e, por isso mesmo, repleto de obstáculos a vencer.
Senda de espinhos gerando flores, calvário e cruz indicando ressurreição...
O próprio Mestre, desde o início do apostolado, desvenda às criaturas o retiro da elevação pelo sacrifício.
Sofre, renunciando ao divino esplendor do Céu, para acomodar-se à sombra terrestre na estrebaria.
Experimenta a incompreensão de sua época.
Auxilia sem paga.
Serve sem recompensa.
Padece a desconfiança dos mais amados.

Depois de oferecer sublime espetáculo de abnegação e grandeza, é içado ao madeiro por malfeitor comum.
Ainda assim, perdoa aos verdugos, olvida as ofensas e volta do túmulo para ajudar.
Todos os seus companheiros de ministério, restaurados na confiança, testemunharam a Boa Nova, atravessando dificuldade e luta, martírio e flagelação.
Inúteis, desse modo, nos círculos de nossa fé, os petitórios de protecionismo e vantagens inferiores.
Ressurgindo no Espiritismo, o Evangelho faz-nos sentir que tornamos à carne para regenerar e reaprender.
Com o corpo físico, retomamos nossos débitos, nossas deficiências, nossas fraquezas e nossas aversões...
E não superaremos os entraves da própria liberação, providenciando ajuste inadequado com os nossos desejos inconseqüentes.
Acusar, reclamar, queixar-se, não são verbos conjugáveis no campo de nossos princípios.
Disse-nos o Senhor -"Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem.”
Isso não quer dizer que devamos ajoelhar em pranto de penitência pé de nossos adversários, mas sim que nos compete viver de tal modo que eles se sintam auxiliados por nossa atitude e por nosso exemplo, renovando-se para a o bem, de vez que, enquanto houver crime e sofrimento, ignorância e miséria no mundo, não podemos encontrar sobre a Terra a luz do Reino do Céu.

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  45 à 46, Uberaba – Minas Gerais/1965.

23 Jan 2015

Fé e Obras

 


“A fé se não tiver obras, é morta em si mesma”.  TIAGO 2:l7

 

Imaginemos o mundo transformado num templo vasto, respeitável sem dúvida, mas plenamente superlotado de criaturas em perene adoração ao Céu.
Por dentro, a fé reinando sublime: Orações primorosas...
Discursos admiráveis... Louvores e cânticos...
Mas, por fora, o trabalho esquecido: Campos ao desamparo...
Enxadas ao abandono... Lareiras em cinza...

De que teria valido a exaltação exclusiva da fé, senão para estender a morte no mundo que o SENHOR nos confiou para a glória da vida ?
Não te creias, desse modo, em comunhão com a Divina Majestade, simplesmente porque te faças cuidadoso no culto externo da religião a que te afeiçoas.
Conhecimento nobre exige atividade nobre.
Elevação espiritual é também dever de servir ao Eterno Pai na pessoa dos semelhantes.
É por isso que fé e obras se completam no sistema de nossas relações com a vida superior.
Prece e trabalho.
Santuário e oficina.
Cultura e caridade.
Ideal e realização.
Nesse sentido, Jesus é o nosso exemplo indiscutível.
Não se limitou o Senhor a simples glorificação de DEUS nos Paços Divinos, quanto à edificação dos homens. Por amor infinitamente a Deus, na Sublime Tarefa que lhe foi cometida, desceu à esfera dos homens e entregou-se à obra do Amor infatigável, levantando-nos da sombra terrestre para a Luz Espiritual.

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  23 à 24, Uberaba – Minas Gerais/1965.

20 Jan 2015

Evitando a Tentação

 

 

“Vigiai e orai para não entrardes em tentação”. JESUS
(MARCOS, 14:38.)

Vigiar não quer dizer apenas guardar. Significa também precaver-se e cuidar. E quem diz cuidar, afirma igualmente trabalhar e defender-se.
Orar, a seu turno, não exprime somente adorar e aquietar-se, mas, acima de tudo, comungar com o Poder Divino, que é crescimento incessante para a luz, e com o Divino
Amor, que é serviço infatigável no bem.

Tudo o que repousa em excesso é relegado pela Natureza à inutilidade.
O tesouro escondido transforma-se em cadeia de usura.
A água estagnada cria larvas de insetos patogênicos.
Não te admitas na atitude de vigilância e oração, fugindo à luta com que a Terra te desafia.
Inteligência parada e mãos paradas impõem paralisia ao coração que, da inércia, cai na cegueira.
Vibra com a vida que escoa, sublime, ao redor de ti, e trabalha infatigavelmente, dilatando as fronteiras do bem, aprendendo e ajudando aos outros em teu próprio favor.
Essa é a mais alta fórmula de vigiar e orar para não cairmos em tentação.

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  19 à 20, Uberaba – Minas Gerais/1965.

20 Jan 2015

Perante Jesus

 

 

“Porventura sou eu, Senhor?” (MATEUS, 26:22.)

Diante da palavra do Mestre, reportando-se ao espírito de leviandade e defecção que o cercava, os discípulos perguntaram afoitos :
– “Porventura sou eu, Senhor?”
E quase todos nós, analisando o gesto de Judas, incriminamo-la em pensamento.
Por que teria tido a coragem de vender o Divino Amigo por trinta moedas?
Entretanto, bastará um exame mais profundo em nós mesmos, a fim de que vejamos nossa própria negação à frente do Cristo.
Judas teria cedido à paixão política dominante, enganado pelas insinuações de grupos famintos de libertação do jugo romano... Teria imaginado que Jesus, no Sinédrio, avocaria a posição de emancipador da sua terra e da sua gente, exibindo incontestável triunfo humano...
E, apenas depois da desilusão dolorosa e terrível, teria assimilado toda a verdade!...

Mas nós?

Em quantas existências e situações tê-lo-emos vendido no altar do próprio coração, ao preço mesquinho de nosso desvairamento individual?
Nos prélios da vaidade e do orgulho...
Nas exigências do prazer egoísta...
Na tirania da opinião...
Na crueldade confessa...
Na caça da fortuna material...
Na rebeldia destruidora...
No olvido de nossos deveres...
No aviltamento de nosso próprio trabalho...
Na edificação íntima do Reino de Deus, meditemos nossos erros conscientes ou não, definindo nossas responsabilidades e débitos para com a vida, para com a Natureza e para com os semelhantes e, em todos os assuntos que se refiram à deserção perante o Cristo, teremos bastante força para desculpar as faltas do próximo, perguntando, com sinceridade, no âmago do coração:
– “Porventura existirá alguém mais ingrato para contigo do que eu, Senhor?”

XAVIER, Francisco Cândido – Palavras de Vida Eterna – Ditado pelo espírito de Emmanuel, Editora Comunhão Espírita Cristã, Edição nº 34 de 2007, Páginas:  37 à 38, Uberaba – Minas Gerais/1965.

20 Jan 2015