Últimos comentários

O 1 Livro de Samuel, ...

26/10/2009 @ 18:50:14
por Maria Helena


Referente ao comentário feito por Maria ...

26/10/2009 @ 02:46:37
por rosanemerat


Heloísa Helena: Eu ando nos blogs do ...

16/10/2009 @ 13:40:40
por Maria Helena


Bom Dia Maria Helena! Respondendo a você. Peço ...

08/10/2009 @ 15:01:51
por Heloisa Helena


Bom dia. A respeito do artigo ...

04/10/2009 @ 04:52:14
por FLAVIO FONSECA


Calendário

Março 2010
DomSegTerQuaQuiSexSab
 << < > >>
 123456
78910111213
14151617181920
21222324252627
28293031   

Quem está conectado?

Membro: 0
Visitantes: 2

Anúncio

Palavras-chave (tags)

Não há tags neste Blogs

rss Sindicação

Jan/03/2010 

Combate às Inibições

Todos precisamos combater inibições aqui ou ali, nesse ou naquele sentido, para produzir espiritualmente. Opomos quase sempre demasiada resistência íntima às realizações das grandes causas.

Superstição, aversão a tudo que é novo, preguiça, medo, timidez, amor próprio e desorganização agem no interior da criatura, freando-lhe a capacidade criativa.

Se formos aguardar circunstâncias excepcionais em nosso espírito e fora dele, entre as pessoas e os fatos, a fim de plasmar aquilo que a consciência indica, jamais conseguiremos atingir os nossos objetivos.

Indispensável subjugar indisposições e contratempos para não adiar indefinidamente o que deve ser feito agora.

Lógico que urge examinar tudo o que diz respeito ao que estamos realizando para que a impulsividade não nos domine. Mas também para que não olvidemos que todas as obras duradouras nasceram provocando incompreensões naturais, superando obstáculos imprevisto, removendo as reações do tradicionalismo. Sobretudo, contrariando sonhos e prazeres, comodismos e temperamentos dos responsáveis que transpiram sangue, suor e pranto para que se lhes erigissem as bases.

Polimorfa em sua atividade paralisadora, a inibição possui mimetismo desastroso, infiltrando-se em todo ambiente, apresentando-se sob muitos aspectos, conforme os ensejos que a criatura lhe oferece.

Veja em você os pontos frágeis por onde a inibição se manifesta. Observe que ela, agora, lhe sabota os pensamentos como sendo dificuldade de expressão. Mais tarde mina-lhe os atos mascarando-se por receio de enfrentar a realidade. Depois, parasita-lhe a saúde fazendo-se passar por desânimo ante a faina precisa.

Consulte-se a todos os que lançaram algum dia idéias renovadoras ou criações respeitáveis, na esfera evolutiva dos homens, e encontraremos a biografia da inibição, qual monstro ameaçador, que eles, os pioneiros do progresso, se viram forçados a banir da convivência desde os primeiros passos da caminhada.

Se você tem algo de bom em mente que deva ser edificado, comece a empresa, afastando de seu caminho semelhante embaraço.

Carecemos de coragem até para enfrentar a nós mesmos. Liberte-se de tabus, desenvolva os próprios dons, desembarace-se. Tenha confiança no destino que você está construindo.

Brilha no Evangelho este aviso promissor: “buscai e achareis”.

Tudo aquilo que desejamos de intenção nobre, alcançaremos. Para isso, dispomos dos instrumentos em nós: vida, inteligência, discernimento e possibilidade de trabalhar. Não podemos esquecer, contudo, das peias da inibição por envoltório constringente. Nesse aspecto, convém recorrer à lição da semente que, de fato, germina, ganha espaço, cresce para o sol e cumpre o seu destino, mas primeiro precisa sair de si mesma.

 

Pelo Espírito de:  Kelvin Van Dine

Psicografia de: Waldo Vieira

Livro:  Técnica de Viver

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

Jan/03/2010 

Colhendo Pedras

Para o Espírito não existe velhice nem desgaste. É sempre novo, porque nele tudo se renova. Suas possibilidades se revigoram na experiência, desdobrando-se em novas capacidade. Ninguém se faz velho por ter vivido um determinado número de anos (só o corpo). Há envelhecimento, quando há desânimo, quando se volta as costas para os ideais. Os anos enrugam a pele mas o abandono do entusiasmo faz rugas na alma. A dúvida, a falta de confiança em si próprio, o temor e a desesperação, são os largos, larguíssimos anos, que fazem inclinar a cabeça e submergir o Espírito.

És tão jovem como a tua fé, e tão velho como a tua dúvida; tão jovem como a confiança em ti mesmo, e tão velho como o temor; tão jovem como tua esperança e tão velho como desesperação.

Hoje somos aquilo que fizemos ontem. Portanto acreditemos, amanhã será aquilo que fizermos hoje. Então façamos o melhor.

Na vida tudo recomeça! O dia, a noite, as estações, as marés e vazantes. Mas a natureza é cíclica e repetitiva. Nós, não. Nós podemos recomeçar sempre em nível melhor, com a experiência passada.

Sempre que uma pessoa passa por uma forte experiência de perda ou enfermidade, vê-se defronte um convite de recomeço; uma necessidade urgente de correção ou de readaptação. E pode recomeçar melhor! Seja um novo lar, uma vida nova, um novo emprego, uma nova atividade, uma transformação de hábitos, em prol da saúde — se invoca Deus com fé. Ele lhe infunde poder, descortínio e decisão para reconstruir sua vida.

Considera-se fé a confiança que se deposita na realização de determinada coisa, a certeza de atingir um objetivo. Assim, ela confere uma espécie de lucidez, que faz antever pelo pensamento os fins que se têm em vista e os meios de atingi-los, de maneira que aquele que a possui avança, por assim dizer, infalivelmente.

A fé sincera e verdadeira é sempre calma. Confere a paciência que sabe esperar, porque estando apoiada na inteligência e na compreensão das coisas, tem a certeza de chegar ao fim.

A fé robusta confere a perseverança, a energia e os recursos necessários para a vitória sobre os obstáculos, tanto nas pequenas como nas grandes coisas.

Pela fé o ser humano pode revelar valores desconhecidos dele próprio e canaliza-los de modo muito proveitoso à sua alma.

A fé racional e a esperança nos sustentará.

Recomece melhor! Descubra os seus dons!

A nossa vida diária se constrói com tijolos de pensamentos, emoções, reações, palavras, e experiências! Somos todos construtores! Conforme a qualidade de nossa vida e de nossos propósitos, assim é a construção e aprimoramento de nossa consciência ou a sua degeneração...

Nossa consciência é formada e reformulada diariamente com a nossa vida.

Tal como construímos e mantemos nossos lares; assim como organizamos e levamos avante nossos negócios — com maior ou menor empenho e zelo — assim também com nossa consciência, que reflete em nossa alma e em nossa felicidade.

Pelo conhecimento e prática sincera da verdade estamos aprendendo a manejar sabiamente a nossa vida. Escolher, manter e aprimorar pensamentos retos; evitar emoções negativas e cultivar sentimentos nobres; tomar consciência de nossas palavras e atitudes; agir sensatamente — por certo assegurará uma rica consciência, que nos abençoará profusamente com progresso interno e externo. É claro que isto pressupõe aspiração, que as pessoas de íntimo elevado alimentam. E também disciplina, que bem mostra nossas convicções. O certo é que, desse modo, conquistamos o respeito dos homens e as bênçãos de Deus.

Por que haveremos de viver vulgarmente, cedendo às inclinações da personalidade, por negligência, ausência de ideal ou preguiça?

Podemos dizer que a nossa vida e semelhante a uma caravana que caminhava no deserto penosamente num terreno árido, poerento. As pessoas que a compunham tinham uma fé absoluta no guia e, confiadamente, entregavam-lhe a ele todas as decisões. Gostavam de o fazer, sobretudo quando, devido ao intenso calor do sol, ele decidia que viajassem de noite, reservando o dia para dormir.
Certa noite, após uma jornada particularmente esgotante, o guia, de repente, exclamou:
— Alto! Deter-nos-emos aqui por alguns momentos. Como vêem, atravessamos, neste momento, um terreno invulgarmente pedregoso. Quero que se abaixem e apanhem todas as pedras que consigam alcançar. Talvez consigam encher as bolsas e levá-las assim cheias para casa. Temos que fazer isso depressa! — proseguiu, batendo as palmas — temos apenas cinco minutos; depois disso, retomaremos a marcha.
Os viajantes, que apenas desejavam um prolongado descanso e um sono repousante, pensaram que o guia tinha enlouquecido.
— Pedras?! — disseram eles — Quem pensa ele que somos nós?
Somente alguns fizeram o que o guia sugerira: puseram nas bolsas uns quantos punhados de pedras soltas.
—  Bem, agora chega! — disse o guia — Temos que andar de novo!
Enquanto continuavam a difícil caminhada, durante o resto da noite, todos se encontravam demasiado cansados para se darem ao incomodo de falar. Mas todos continuavam a perguntar a si mesmos o que poderiam significar as estranhas ordens daquele guia.
Quando o sol se levantou no horizonte, a caravana deteve-se de novo. Todos armaram as suas tendas. Os poucos viajantes que tinham apanhado as referidas pedras puderam vê-las detidamente pela primeira vez. Assombrados, começaram a gritar:
— Santo Deus! Todas elas são de cores diferentes! E como brilham! Realmente são pedras preciosas!
Mas esta sensação de júbilo depressa deu lugar a outra de depressão e abatimento:
— Por que não tivemos o bom senso de seguir as ordens do guia? Se assim fosse, teríamos apanhado o maior número de pedras possível!
A viagem da vida e semelhante a esta história, muitas vezes caminhamos por terrenos áridos, outras vezes encontramos um oásis, outras caminhamos por terrenos pedregosos, mas tudo isso é para que consigamos a perfeição.

As vezes, não compreendemos o motivo dessas dificuldades, e praguejamos contra Deus e contra tudo, mas mesmo assim, temos que continuar caminhando, nesse trajeto muitos de nós não se revolta, mas procura tirar bom proveito dessa situação, tem esperanças de um dia melhor e, aproveitam para aprender com essas dificuldades, começam a conhecer e, suas mentes claream, com isso a fé se robustece, e os problemas agora não mais os fazem sofrer. Começam a compreender seus semelhantes, sentem agora necessidade de ajudá-los e, fazem de tudo para os ensinar e facilitar sua caminhada.

Nós sempre teremos que andar com esforço próprio, de vez em quando  encontraremos um cirineu que nos dará uma ajuda, assim como, também nós, ajudaremos outros. Mas o mérito está em conseguir chegar lá no apogeu com esforço próprio. E todos nós estamos juntos nessa caminhada. Podemos fazer esta viajem de uma maneira alegre, nos dando as mãos e apoiando-nos mutuamente.

Temos as lições e os exemplos de Jesus por nosso guia e as pedras no caminho serão jóias quando a olharmos detidamente. Assim, não podemos dispensá-las. Temos que ter fé. Apanhá-las, e guardá-las com carinho. Porque a vida será o buril que as farão brilhar com todo o vigor tal qual o diamante.

Podemos pedir a Deus nosso Pai, forças para superar os percalços que encontramos no caminho.

Vamos abrir a sacola, vamos ver as pedras que colhemos, isto é, se confiamos no nosso guia e as pegamos, com certeza a caminhada valeu a pena, caso contrário, não desanimemos, pois o amanhã será mais uma oportunidade que Deus nos oferece para aproveitarmos e conseguirmos também chegar ao objetivo... colhendo as pedras preciosas.

  Autor:  E. Mollo

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 768 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Jan/03/2010 

Casa em Reforma

Calamidades, flagelos, conflitos, lutas, provas!...
Os quadros do mundo moderno, porém, não expressam retorno ao
primitivismo ou exaltação da animalidade.
Achamo-nos em plena via de burilamento e progresso.
A Terra assemelha-se hoje a casa em reforma.
Tudo ou quase tudo aparentemente desajustado para a justa
rearmonização.
Na altura atual dos conhecimentos humanos não será recomendável uma
revisão de valores por parte homem, considerando-se o homem na sua condição
de espírito imperecível? Conceitos enunciados pela civilização cristã, em
quase vinte séculos, são agora testados, acordando as criaturas para a
responsabilidade de viver nos padrões da imortalidade que nos é própria.
Desnível espiritual na família, criando perturbações, compelem aqueles
que a integram para a conscientização da regra de ouro. Abre-se mais
amplamente a escola da experiência, a fim de que aprendamos a respeitar os
entes queridos, tanto quanto anelamos ser respeitados.
Desentendimentos aqui e além requisitam a presença de construtores da
segurança geral.
Matriculemo-nos na concorrência ao título de pacificadores.
Incompreensões se alongam em todos os caminhos, com acusações
recíprocas entre grupos e pessoas.
Salienta-se o ensejo de mecanizarmos o perdão, imunizando-nos contra
revide ou ressentimento.
A felicidade e a paz nos processos de vivência comum reclamam a
abnegação de quantos se declaram a favor do mundo melhor.
Surpreendemos nisso expressivo concurso de valores pessoais, lançado
aos cultivadores do bem, na base da legenda evangélica: "Quem deseja ser o
maior que se faça o servidor de todos”.
Ergamo-nos para a vida sustentando a luz da esperança.
Evidentemente não temos a moradia planetária sob sentença de
extermínio.
Continuamos todos resguardados pelo equilíbrio das leis universais.
O que existe presentemente na Terra é o chamamento cada vez mais vivo
ao testemunho individual de compreensão e aperfeiçoamento, com multiplicadas
oportunidades de trabalho em louvor de nossa própria renovação.

Livro: Chico Xavier Pede Licença
Médiuns:  Herculano Pires & Francisco Cândido Xavier
Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espirita Allan Kardec

rosanemerat · 12 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Dez/31/2009 

Carta de Ano Novo

   Ano Novo é também renovação de nossa oportunidade de aprender, trabalhar e servir. 
   O tempo, como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do  calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para a necessária
   ascensão. 
   Lembra-te de que o ano em retorno é novo dia a convocar-te para execução de velhas promessas, que ainda não tiveste a coragem de cumprir. 
   Se tens inimigo, faze das horas renascer-te o caminho da  reconciliação. 
   Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada  para frente.
   Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta    o bem com destemor para a colheita do porvir.
   Se a tristeza te requisita, esquece-a e procura a alegria serena da consciência feliz no dever bem cumprido.
   Novo Ano! Novo Dia!
   Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora.
   Recorda que há mais ignorância que maldade, em torno de teu destino.
   Não maldigas, nem condenes.
   Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão.
   Não te desanimes, nem te desconsoles.
   Cultiva o bom ânimo com os que te visitam, dominados pelo frio do  desencanto ou da indiferença.
   Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que    oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: - Ama e
   auxilia sempre. Ajuda aos outros, amparando a ti mesmo, porque se o dia  volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta
   de teu coração.


Pelo Espírito de:  Emmanuel

Psicografia de:  Francisco Cândido Xavier

Livro: Vida e Caminho

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

Dez/31/2009 

Calar a Discórdia


A harmonia plena ainda constitui um
  sonho distante de qualquer organização humana.

Os homens guardam grandes diferenças
  entre si. 

Diversos fatores induzem as distintas
  formas de entender e viver a vida.

A educação recebida no lar, as
  experiências profissionais e afetivas, os professores e os amigos. 

Todos esses elementos contribuem para a
  singularidade da personalidade humana.
A diversidade produz a riqueza. 
Se todos os homens pensassem do mesmo
  modo, o marasmo e a mesmice tomariam conta do mundo.
Uma assembléia ou equipe composta de
  forma heterogênea possui grande potencial. 

Ocorre que conviver em harmonia com o
  diferente pressupõe maturidade.
Em qualquer gênero de relacionamento
  humano, é necessário respeitar o próximo. 

Mas é preciso também manter o foco em
  um objetivo maior.
Toda associação humana possui uma
  finalidade. 

No âmbito profissional, busca-se o
crescimento da empresa na qual se participa.

Na esfera familiar, colima-se a
  educação e o preparo de seus membros para a vida, em um contexto de dignidade. 

Em uma associação filantrópica, tem-se
  por meta a prática do bem.
A noção clara do objetivo que se
  persegue facilita a convivência. 

O fato de alguém discordar de suas
  idéias não significa que esteja contra você.
O relevante é verificar qual o modo
  mais eficiente de atingir a meta almejada pelo grupo. 

A convivência humana raramente deixa de
  produzir algum atrito.
Mas é preciso saber calar a discórdia. 
Se o embate de idéias e posições não é
  ruim, a agressividade e o radicalismo sempre o são.
Pense sobre as instituições que você
  integra. 

Sua presença em tais ambientes visa ao
  interesse coletivo, ou à exaltação de seu ego?
É melhor afastar-se delas do que, por
  mesquinharia, ser causa de desestabilização e brigas. 

Mas o ideal é aprender a sacrificar seu
  interesse pessoal em prol de uma causa maior.
Se uma controvérsia surge, reflita com
  serenidade sobre os pontos de vista envolvidos. 

Caso sua posição não seja defensável,
  abdique dela. 

Procure ser um elemento pacificador nos
  meios em que se movimenta. 

Há pouca coisa tão cansativa quanto um
  altercador contumaz. 

Certas posturas são toleráveis apenas
  em pessoas muito jovens.
Na maturidade, a rebeldia e a vaidade
  sistemáticas são ridículas. 

Não canse seus semelhantes, com
  posições inflexíveis e injustificáveis.
Aprenda a ceder e a compatibilizar,
  quando isso não comprometer sua honestidade e sua ética.

De que lhe adianta vencer um debate, se
  a causa que você defende sofre com isso? 

O homem sábio identifica quando deve
  avançar e quando deve recuar. 

Mas sempre o faz de forma sincera e
  digna.
De nada adianta afetar concordância e
  semear a discórdia nos bastidores. 

A dissimulação e a intriga são indignas
  de uma pessoa honrada.
Reflita sobre isso, quando se vir envolvido
  em debates e contendas. 

Quando se engajar em uma causa, sirva-a
  com desinteresse.
Jamais se permita servir-se dela para
  aparecer. 

Mas principalmente nunca a prejudique
  por radicalismo e imaturidade.

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espirita Allan Kardec
rosanemerat · 96 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Dez/31/2009 

Brechas Morais

“Aquele que ouve as minhas palavras e não as pratica é comparado

a um homem insensato...” Mateus, 7:26

           A tragédia, que você viu consumar-se, resulta de uma longa história pelo caminho por onde transitou.
            Pequenos acontecimentos infelizes se adensaram, culminando no crime hediondo e ultriz.

            A agressão odiosa que você viu explodir, inesperada, teve começo em dias do pretérito. Adicionadas diminutas revoltas a contínuas odiosidades, espocou em forma inditosa de destruição.

            A calúnia, que você viu conduzir à desonra uma vida honorável, não é acontecimento isolado. É a conseqüência das mentiras elaboradas com o fim de anularem outras mentiras menores que estimularam a infâmia nefasta.

            A delinqüência, que você viu armar vidas precipitadas em ondas incessantes de crimes, não é ocasional. Decorre da conivência de pais e educadores descuidados, que não corrigiram em tempo hábil as imperfeições dos caracteres em formação, a eles confiados.
           
            A violência, que você viu fomentar o desespero e esparzir o horror, procede de mil nonadas da revolta bem acondicionada pela insensatez. Em momentos de ira se infiltraram na mente os tóxicos da perturbação que forçaram a delinqüir.

            São as brechas morais que favorecem a eclosão das graves e lamentáveis ocorrências.
            O suicida, que se arrojou em infeliz situação, simplesmente consumou o que vinha acalentando, intimamente, através do tempo.
            O homicida, que roubou uma ou mais vidas, tão-somente concretizou o que agasalhava no imo, sempre que provocado, atitudes que não podia controlar.
            O usurpador dos bens alheios apenas assumiu a posição que se atribuía direitos, dilapidando o patrimônio de outrem graças à permissividade que se concedeu na própria incúria.
            A obsessão, que obliterou a razão, é ato culminativo das idéias infelizes agasalhadas, dos pensamentos inditosos aceitos, transformados em hipnose produzida por mentes desencarnadas impiedosas, que destroçam os implementos pelos quais se manifestam a lucidez intelectual, o discernimento.
           
            As brechas morais para os pequenos vícios sociais, as mentiras inocentes, as justificativas aos abusos abrem as portas para as nefárias realizações.
            Inocente e pequena fagulha pode produzir incêndios vorazes.
            Insignificante vazamento num dique pode levar à destruição da monumental construção da represa.
            Não se permita brechas morais negativas.

            O servidor do bem é íntegro, leal, atuante e nobre em todos os momentos, atestando sempre a excelência dos postulados que o elevam e sustentam. 

Pelo Espírito de:   Espírito de:  Marco Prisco

Psicografia de:  FRANCO, Divaldo P. Momentos de Decisão. Salvador, BA: Leal, 1980

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

Página precedente   ... 5, 6, 7 ... 16 ... 27  Próxima página