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Fev/14/2010 

Disciplina Mediúnica

A frustração que o espírito experimenta, quando se liberta do corpo físico, é muito grande e se manifesta para ele em forma de tristeza, pelo tempo não aproveitado de forma conveniente.

Todos vocês haverão de observar o número de vezes em que se ausentaram do compromisso espiritual sem uma justificativa séria... São muitos aqueles que faltam à tarefa mediúnica, porque, durante o dia, não pensam nela; pensam em tudo no que mais têm a fazer no transcurso do dia e deixam a tarefa mediúnica fora da lista de prioridades, como se uma reunião como esta não merecesse ser meditada com antecedência pelos seus freqüentadores.

Então, são muitos os que lamentam, mas que não têm oportunidade de reparar o prejuízo que causaram a si mesmos e, analisando a causa de sua falta à reunião, se depararão com motivos fúteis; porque se atrasaram para o banho; porque tiveram que dar um telefonema à última hora e a conversa se prolongou; porque cochilaram no sofá; porque se consideraram cansados, desgastados pela luta cotidiana; porque revelaram leve indisposição; porque cederam às sugestões dos espíritos interessados em prejudicá-los; porque consentiram que o melindre contra este ou aquele companheiro aparecesse em cena... O tempo passa, a reunião está já no seu término; seja como for, alguns mal se agüentaram na cadeira, mas vieram, participaram; alguns não conseguiram a quietude íntima necessária, a sintonia mediúnica, não trabalharam, mas vieram, compareceram, “assinaram o ponto...” E aqueles que por bagatelas deixaram de vir? Porque uma semana enseja outra... Quem falta duas semanas falta metade de um mês!

Reflitamos nesta nossa conversa mais íntima e mais franca nesta noite, para que possamos ser mais perseverantes em nossas atividades, porque quem falta a uma reunião de desobsessão prejudica, sim, a tarefa como um topo, mas prejudica mais a si mesmo, porque perde inusitada oportunidade de servir, e oportunidade igual a esta de hoje, infelizmente, não teremos outra.

 


Autores:  Bacelli, Carlos A.; Fernandes, Odilon.

Livro:  Disciplina Mediúnica. Cap. 31. 2003

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 7 vistos · 0 comentários
Categorias: Mediunidade

Fev/14/2010 

Disciplina da Caridade

Milhões de pessoas se dedicam, na Terra, aos exercícios de aperfeiçoamento individual, em regime de solidão.

 

Internam-se em celas, rochas, casas e pousos agrestes; deitam-se sobre espinhos, maceram o próprio corpo, adotam posturas de auto-flagelação ou abraçam dietas de fome, procurando realizar a união com Deus, através de austeridades ascéticas.

 

Efetivamente, todos esses sistemas de auto-educação se erigem por estradas respeitáveis, cujo mérito não nos seria lícito sonegar.

 

Entretanto, com o Cristo, podemos esposar, onde estivermos a disciplina da cruz, melhorando a nós próprios e am­parando os outros.

 

Não teremos de enfrentar o jejum de sacrifício, mas seremos naturalmente chamados a severas restrições da alma com a renúncia ao apoio e ao afeto de seres queridos que nos reclamam abnegação e carinho para entenderem a vida com segurança. Não estaremos compelidos à reclusão nos ermos, no entanto, em muitos lances da existência, sofreremos ostracismo no próprio lar, exemplificando tolerância e devotamento. Não tentaremos repousar sobre pregos e espinhos, contudo, carregaremos na alma, bastas vezes, incompreensões e provas convertidas em estiletes invisíveis de angústia; e não nos veremos induzidos a exercícios que demandem tormentos corpóreos, mas, em muitos episódios do dia-a-dia, nos reconheceremos constrangidos ao esforço constante nas obras do bem, diante daqueles mesmos que nas agridem os melhores propósitos de elevação..

 

Se aspiras a encontrar libertação e burilamento, abraça a cruz de provas que a existência no mundo te oferece e, seguindo as rotas do Cristo, na disciplina da caridade, jornadearás sempre em caminho certo, porque o amor estará em ti e contigo, por fonte de vida e luz a brilhar.

 

Pelo Espírito de:  Emmanuel

Psicografia de: Francisco Cândido Xavier

Reunião Pública da Comunhão Espírita Cristã - Uberaba - MG

Fonte: Reformador - Janeiro, 1975

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 7 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Fev/14/2010 

Desenvolvimento Mediúnico

Para que um espírito possa se comunicar, é necessário, entre ele e o médium, relacionamento fluídico que não se estabelece sempre instantaneamente; não é se não a medida que a faculdade se desenvolve que o médium adquire, pouco a pouco, a aptidão necessária para entrar em relação com o primeiro espírito que chegue’. (“O livro dos Médiuns”, Segunda Parte, Cap. XVII, Item 203, Edição IDE)


                    O desenvolvimento da mediunidade é lento e progressivo. Não basta que o médium entre em contato com os espíritos, para que se considere médium desenvolvido.

                    Como todas as faculdades humanas, a mediunidade requer tempo para aperfeiçoar-se.

                    Diríamos que o médium desencarna e não consegue completar o seu desenvolvimento mediúnico, visto que a mediunidade é um sentido que permanece em evolução no espírito além da morte.

                    A grande maioria dos medianeiros espíritas da atualidade está simplesmente colhendo experiências para tarefas futuras, que serão chamados a cumprir.

                    Qual acontece entre dois ou mais amigos, a “intimidade mediúnica” entre os espíritos comunicantes e o médium de que se utilizam é construída paulatinamente. Mesmo que haja prévio conhecimento em vidas pregressas, a afinidade entre o espírito e o médium carece de tempo para restabelecer-se a nível de consciência.

                    Os espíritos necessitam saber até onde podem confiar no medianeiro, e vice versa. E isto, porque muitos companheiros da mediunidade recuam ante o serviço que o espera.

                    É natural, portanto, que os primeiros comunicados de um espírito por determinado médium deixe a desejar. É natural que somente com o tempo o médium vá se identificando melhor com o espírito ou com os espíritos que tencionam valer-se de suas faculdades.

                    Muitos espíritos quando se apresentam aos médiuns, não revelam a própria identidade, preferindo permanecer no anonimato. Não raro, apenas no Mundo Espiritual os medianeiros saberão de sua ligação afetiva com os espíritos com os quais trabalham.

                    De maneira geral, os espíritos que se aproximam de um médium para uma tarefa significativa tem com ele compromissos de outras vidas, e esses compromissos são cármicos, ou seja, exigem reparação.

                    Por outro lado,se o médium entra, periodicamente, em contato com os espíritos de reconhecida idoneidade espiritual, isto não quer dizer que esses Espíritos Benfeitores estejam sempre ao seu lado... Os Espíritos Superiores podem fazer-se representar, junto dos médiuns, através de outros mensageiros que lhe tomam o nome.

                    O médium em desenvolvimento carece de despreocupar-se totalmente com o nome do espírito que esteja a manifestar-se por seu intermédio. Com o tempo, se considerar útil, o espírito haverá de identificar-se, de forma total ou parcial.

                    Muitos medianeiros, excessivamente preocupados com o nome dos espíritos que se expressam através deles, caem no ridículo, porque se expõem mais facilmente aos espíritos que dão mais  valor ao rótulo que ao conteúdo.

                    Portanto, de início, seja no exercício desta ou daquela mediunidade, que o médium se preocupe em afinar o seu instrumento mediúnico para que os espíritos, sejam eles quais forem, possa, manifestar-se com proveito.

                    A identidade do espírito, embora importante, é de importância relativa no que tange ao nome, de vez que essencialmente o espírito se revela pelo teor do seu pensamento, como a árvore que se identifica através dos frutos que produz.

                    Se o candidato ao desenvolvimento da própria mediunidade não tiver calma e perseverança, dificilmente a sua mediunidade será produtiva; ela aparecerá, ensaiará os primeiros resultados e “desaparecerá em seguida, porque o próprio medianeiro não se interessou em cultivá-la, esquecendo-se que tudo pede tempo para firmar-se”...

                    Que os médiuns improdutivos não se queixem de suas faculdades ou dos espíritos que as utilizam; queixe-se de si mesmos,porque todo médium bem intencionado que persiste no exercício mediúnico acabará por atrair a simpatia dos espíritos em condições de dar-lhes as alegrias que almeja.

 

Livro:  Somos Todos Médiuns

Autores:  Carlos A. Bacelli e Odilon Fernandes

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 7 vistos · 0 comentários
Categorias: Mediunidade

Fev/14/2010 

Desenvolvendo a Boa Vontade

Lázaro, o Espírito autor da comunicação intitulada "A afabilidade e a doçura" incluída por Kardec em "O Evangelho Segundo o Espiritismo", começa dizendo que a benevolência para com os semelhantes é fruto do amor ao próximo, e que se manifesta na afabilidade e na doçura, desde que sejam sinceras, nascidas no coração, e não pinceladas como uma camada superficial de verniz.

Gostar das pessoas, aceitá-las e compreendê-las como são deve ser um dos desafios mais difíceis neste nosso momento evolutivo. Provavelmente por isso, pelo fato das pessoas serem como são e, não, como desejaríamos, é que nos tornamos tão irritadiços, rudes, mal humorados em certos momentos, vivendo o sentimento oposto àquele ao qual Lázaro nos convida.

Uma das causas freqüentes de nossa falta de boa vontade com algumas pessoas, inclusive muito próximas de nós, é nosso apego a idéias de como as coisas e as próprias pessoas deveriam ser. Temos um sonho a respeito de nossos pais, cônjuge ou filhos ideais, sobre como nossos colegas deviam nos tratar, sobre o carro que queríamos dirigir e a casa em que sonhamos morar, de modo que, quando o panorama geral de nossas vidas contém muito pouco ou nada do que planejamos, sentimo-nos praticamente no direito de sermos ruins, amargurados, deprimidos.

Não é raro que a vida esteja muito diferente do que programamos, mas não quer dizer que esta vida que temos não seja boa. Ninguém tem uma vida totalmente ruim, mesmo que difícil, e mais facilmente identificaríamos as bênçãos se parássemos de sofrer com nossos devaneios para encontrar a alegria da vida real.

No que se refere às pessoas, não existe um ser humano que não tenha uma qualidade. Pode ser uma que não vemos, porque estamos procurando aquela que melhor nos serviria, que mais se encaixaria no nosso sonho. Há pessoas que carregam pesados fardos de revolta toda uma existências, porque seus pais não foram o seu ideal de pais. E, ainda por cima, culpam estes pais por não terem sido como desejavam, o que é uma atitude comum.

Culpar o outro por não ser do jeito que eu quero é um absurdo, que nos faz descarregar nossas frustrações sobre ele e transformar a vida dele (que nada tem a ver com nossos delírios) numa vida horrorosa.

Seria muito mais fácil desenvolver boa-vontade nos relacionamentos, se não tivéssemos tantas projeções de paraísos ocupando nossa mente. Parar de criar fantasias, viver a realidade das pessoas e situações como elas são gera uma atitude íntima de aceitação e benevolência, sem cobranças nem frustrações, que nos faria grande bem.

Raciocine comigo: que vida é esta, a "vida boa" com que sonhamos? Um dia ouvi o Gasparetto dizer que ela é apenas um delírio, feito de fragmentos de vidas de pessoas que imagino que vivam bem, pessoas que parecem felizes e completas nos momentos em que as observávamos. Mas o que sabemos de fato sobre o todo, sobre o que acontece com elas nas vinte e quatro horas do dia? Sobre seus pensamentos, vontades, desafios, família, saúde, afetos?

O mais provável é que a vida com que sonhamos nem exista. Em vista disto, resta-nos a realidade. E quanto mais apagamos de nossas mentes a fantasia, maiores chances de descobrir elementos de prazer a alegria espalhados na vida real. E haverá mais afabilidade e doçura em nossas palavras e gestos, tornando a vida muitíssimo mais agradável.

Autor:  Rita Foelker

Extraído: http://www.jornalcem.hpg.ig.com.br/index.html

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec


rosanemerat · 4 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Fev/14/2010 

Desencarnação e Consciência

O diálogo terapêutico com os nossos irmãos despojados do corpo físico é de suma importância para que eles se conscientizem de sua situação, dentro da nova realidade existência em que se situam. Muitos deles, quando deixam o corpo físico, aportam às regiões no Mundo Espiritual como se estivesse tateando às cegas, desprovidos de luz pessoal e sem referências para os próprios passos. Não se prepararam, evidentemente, para enfrentar a verdade e não supunham que essa mesma verdade fosse tão clara e tão contundente. Quando se conhecem fora da realidade física, se surpreendem se debatem, se sentem sem rumo, querem retroceder voltar atrás, refazer conceitos, consertar o caminho, no entanto nada disto mais é possível, porquanto foram guindados a outra dimensão de onde um dia partiram, em direção a Terra, imbuídos dos melhores propósitos e das melhores esperanças.

A oportunidade de uma reunião como esta, com os nossos irmãos libertos do seu veículo físico de manifestação, dá-lhes a oportunidade retrocederem no tempo e de novamente se sentirem como se estivessem reintegrados na sua antiga condição... Podem falar, podem se sentir, podem se recriminar exteriorizar o arrependimento, ouvir vozes humanas semelhantes às suas próprias vozes, agora articuladas diferentemente...

Assim se sentindo no aconchego de uma reunião mediúnica, sob as bênçãos do Evangelho de Jesus, redivivo na Doutrina Espírita, se sentem eles encorajados a continuarem adiante, dispostos a refazer o próprio caminho e, mais tarde, candidatarem-se a um novo berço no mundo, retomando a experiência. Deus não desampara ninguém!

E a transformação? Toda transformação é lenta e gradual; não existe violência e a Verdade não se impõe a quem quer que seja. Por este motivo, uma reunião mediúnica de desobsessão coopera com os nossos irmãos na transição em que se vêem levados pela perda do corpo de carne. Em contato novamente com o mundo, através do diálogo, do esclarecimento e da oração, despertam do torpor em que muitos se encontram, da sonolência ou mesmo da amnésia de que muitos são acometidos, quando deixam o corpo, sem maior consciência do fenômeno da desencarnação.

São muitos os que não querem aceitar os que se acreditam vítimas de uma ilusão, de um pesadelo... Quantos não são os que sofrem indefinidamente, não aceitando o concurso dos Benfeitores anônimos da Espiritualidade que lhes estendem as mãos!

Procuremos perseverar na tarefa mediúnica de enfermagem espiritual, já que socorrendo é que somos socorridos, e os nossos irmãos, estendendo auxílio e conforto aos nossos companheiros desencarnados em condição de infelicidade, estarão igualmente se preparando para o momento da Grande Travessia.

A mediunidade possibilita aos médiuns o reconhecimento, quase imediato, de sua própria situação decorrente da desencarnação, inevitável para todos.

Meditemos nisto e não esmoreçamos. Façamos todo o bem que estiver ao nosso alcance, confiantes e sem vacilar, porquanto aqueles que necessitam de apoio, de amparo, de esclarecimento, aqueles que necessitam de mão estendida não podem esperar indefinidamente por aqueles que oscilam entre a dúvida e a certeza.

 

Autores:  Bacelli, Carlos A.; Fernandes, Odilon 

Livro:  Falando de mediunidade. Cap. 23. 2003

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 9 vistos · 0 comentários
Categorias: Desencarnação

Fev/14/2010 

Dentro do Lar

Famílias-problemas!...

Irmãos que se antagonizam...

Cônjuges em lamentáveis litígios...

Animosidades entre filho e pai, farpas de ódios entre filha e mãe...

Afetos conjugais que se desmantelam em caudais de torvas acrimônias...

Sorrisos filiais que se transfiguram em rictos de idiossincrasias e vinditas...

Tempestades verbais em discussões extemporâneas...

Agressões infelizes de conseqüências fatais...

Tragédias nas paredes estreitas da família...

Enfermidades rigorosas sob látegos de impiedosa maldade...

Mãos encanecidas sob tormentos de filhos dominados por ódios inomináveis.

Pais enfermos açoitados por filhas obsidiadas, em conúbios satânicos de reações violentas em cadeia de ira...

Irmãos dependentes sofrendo agressões e recebendo amargos pães, fabricados com vinagre e fel de queixas e recriminações...

Famílias em guerras tiranizantes, famílias-problemas!...

É da Lei Divina que o infrator renasça ligado à infração que o caracteriza.

A justiça celeste estabeleceu que a sementeira tem caráter espontânea, mas a colheita tem impositivo de obrigatoriedade.

O esposo negligente de ontem hoje recebe no lar a antiga companheira nas vestes de filha ingrata e maldizente.

A nubente atormentada, que no passado desrespeitou o lar, acolhe nos braços, no presente, o esposo traído vestindo as roupas de filho insidioso e cruel.

O companheiro do pretérito culposo se reivincula pela consangüinidade à vítima, desesperada, reencontrando-a em casa como irmão impenitente e odioso.

O braço açoitador se imobiliza sob vergastadas da loucura encarcerada nos trajos da família.

Desconsideração doutrora, desrespeito da atualidade.

Insânia gerando sandice e criminalidade alimentando aversões.

Chacais produzindo chacais.

Lobos tombando em armadilhas para lobos.

Cobradores reencarnados junto às dívidas, na província do instituto da família, dentro do lar.

Acende a claridade do Evangelho no lar e ama a tua família-problema, exercitando humildade e resignação.

Preserva a paciência, elaborando o curso de amor nos exercícios diários do silêncio entre os panos da piedade para os que te compartem o ninho doméstico, revivendo os dias idos com execrandas carantonhas, sorvendo azedume e miasmas.

Não renasceste ali por circunstância anacrônica ou casual.

Não resides com uma família-problema por fator fortuito nem por engano dos Espíritos Egrégios.

Escolheste, antes do retorno ao veículo físico, àqueles que dividiriam contigo as aflições superlativas e os próprios desenganos.

Solicitaste a bênção da presença dos que te cercam em casa, para librares com segurança nos cimos para onde rumas.

Sem eles faltariam bases para os teus pés jornaleiros.

Sem a exigência deles, não serias digno de compartilhar a vilegiatura espiritual com os Amorosos Guias que te esperam.

São eles, os parentes severos nos trajos de verdugos inclementes, a lição de paciência que necessitas viver, aprendendo a amar os difíceis de amor para que te candidatares ao Amor que a todos ama.

A mensagem espírita, que agora rutila no teu espírito transformado em farol de vivo amor e sabedoria, é o remédio-consolo para tuas dores no lar, o antídoto e o tratado de armistício para o campo de batalha onde esgrimas com as armas da fé e da bondade, apaziguando, compreendendo, desculpando, confiando em horas e dias melhores para o futuro...

Apoia-te ao bastão da certeza reencarnacionista, aproveita o padecimento ultriz, ajuda os verdugos da tua harmonia, mas dá-lhes a luz do conhecimento espírita para que, também eles, os problemas em si mesmos, elucidem os próprios enigmas e dramas, rumando para experiências novas com o coração afervorado e o espírito tranqüilo.

 

Pelo Espírito de: Joanna de Ângelis

Psicografia de: Divaldo Pereira Franco

Livro: Dimensões da Verdade – Pág. 164

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

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