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Jan/26/2009 

Diante da Lei

O espírito consciente, criado através dos milênios, nos domínios inferiores da natureza, chega à condição de
humanidade, depois de haver pago os tributos que a evolução lhe reclama.
À vista disso, é natural compreendas que o livre arbítrio estabelece determinada posição para cada alma, porquanto cada
pessoa deve a si mesma a situação em que se coloca.
Possuis o que deste.
Granjearás o que vens dando.
Conheces o que aprendeste.
Saberás o que estudas.
Encontraste o que buscavas.
Acharás o que procuras.
Obtiveste o que pediste.
Alcançarás o que aspiras.
És hoje o que fizeste contigo ontem.
Serás amanhã o que fazes contigo hoje.
Chegamos no dia claro da razão, simples e ignorantes, diante do aprimoramento e do progresso, mas com liberdade
interior de escolher o próprio caminho.
Todos temos, assim, na vontade a alavanca da vida, com infinitas possibilidades de mentalizar e realizar.
O governo do Universo é a justiça que define, em toda parte, a responsabilidade de cada um.
A glória do Universo é a sabedoria, expressando luz nas consciências.
O sustento do Universo é o trabalho que situa cada inteligência no lugar que lhe compete
A felicidade do Universo é o amor na forma do bem de todos.
O Criador concede às criaturas, no espaço e no tempo, as experiências que desejem, para que se ajustem, por fim, às
leis de bondade e equilíbrio que O manifestam. Eis por que permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no
mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós.

Livro:  Justiça Divina
Pelo Espírito de:  Emmanuel
Psicografado por:  Francisco Cândido Xavier

Jan/26/2009 

Tranquilidade

1. Comece o dia na luz da Oração.
O amor de Deus nunca falha.
2. Aceite qualquer dificuldade sem discutir.
Hoje é o tempo de fazer o melhor.
3. Trabalhe com alegria.
O preguiçoso, ainda mesmo quando se mostre num pedestal de ouro maciço, é um cadáver que pensa.
4. Faça o bem o quanto possa.
Cada criatura transita entre as próprias criações.
5. Valorize os minutos.
Tudo volta, com exceção da hora perdida.
6. Aprenda a obedecer no culto das próprias obrigações.
Se você não acredita na disciplina, observe um carro sem freio.
7. Estime a simplicidade.
O luxo é o mausoléu dos que se avizinham da morte.
8. Perdoe sem condições.
Irritar-se é o melhor processo de perder.
9. Use a gentileza, mas, de modo especial dentro da própria casa.
Experimente atender os familiares como você trata as visitas.
10. Em favor de sua paz conserve fidelidade a si mesmo.
Lembre-se de que, no dia do Calvário, a massa aplaudia a causa triunfante dos crucificadores, mas o Cristo, solitário e
vencido, era a causa de Deus.

Livro:  Espírito da Verdade
Pelo Espírito de:  André Luiz
Psicografado por:  Francisco Cândido Xavier

Jan/26/2009 

O que mais Sofremos

O que mais sofremos no mundo –
Não é a dificuldade. É o desânimo em superá-la.
Não é a provação. É o desespero diante do sofrimento.
Não é a doença. É o pavor de recebê-la.
Não é o parente infeliz. É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.
Não é o fracasso. É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.
Não é a ingratidão. É a incapacidade de amar sem egoísmo.
Não é a própria pequenez. É a revolta contra a superioridade dos outros.
Não é a injúria. É o orgulho ferido.
Não é a tentação. É a volúpia de experimentar-lhe os alvitres.
Não é a velhice do corpo. É a paixão pelas aparências.
Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflições que criamos,
desenvolvemos e sustentamos contra nós.

Livro:  Passos da Vida
Pelo Espírito de:  Albino Teixeira
Psicografado por:  Francisco Cândido Xavier

Jan/21/2009 

Visão Retrospectiva, no momento da Morte

Este é um dos fenômenos mais singulares que ocorrem em todos os casos de morte natural e, até mesmo, em algumas mortes subitâneas, por acidentes diversos.

A pessoa, nos instantes finais de sua existência, vê passar diante de si, como numa tela de cinema ou num monitor de vídeo, toda a Vida que está prestes a deixar. Os primeiros meses do renascimento, a pré-infância, a infância, a puberdade, a adolescência, a juventude e a fase adulta, tudo, tudo que foi experimentado em cada um desses estágios do desenvolvimento bio-psicológico do ser humano, vem à tona com uma riqueza de pormenores, absolutamente, incomum.

Deve-se este fenômeno ao registro minucioso feito pelo corpo perispiritual de todos os acontecimentos vividos pelo ser humano em cada uma de suas existências. Nada deixa de ser fixado pelo envoltório sutil da alma, e é, graças a essa transcrição minuciosa, que podemos, aqui mesmo, em nosso mundo e, mais tarde, na Vida Espiritual, lembrar-nos de todas as nossas existências pregressas.

Essa visão retrospectiva possibilita ao ser uma contemplação crítica e analítica de todas as ações por ele praticadas, durante a última existência, num prévio julgamento consciencial, com vistas à situação que ele merece na Pátria Espiritual.

Através desse retrospecto, pode o espírito avaliar a imensa distância que ainda o separa de um viver, realmente, pautado dentro da legislação divina. Por outro lado, verifica-se, também, que até o centavo que um dia doamos, como esmola, ao mais humilde dos pedintes, ali está registrado.

0 fenômeno é instantâneo. Acontece num átimo. 0 que mais importa, entretanto, não é a sua duração, mas a sua qualidade. Mesmo os segredos mais íntimos que, por vezes, o ser humano reprime para o seu inconsciente, vêm à tona com absoluta fidelidade, numa demonstração de que nada permanecerá enterrado, para sempre, nos porões da mente.

E isto apenas confirma as palavras de Jesus, quando disse:

Nada há oculto que não venha, um dia, a ser conhecido.

Nessa retrospectiva, os fatos negativos servem de advertência, e possibilitam ao espírito entrever as conseqüências cármicas que, no futuro, eles desencadearão. Isto nas almas -mais esclarecidas, com senso de responsabilidade e noções precisas de Vida Eterna e reencarnação. Já os fatos positivos, também recordados, servem como estímulo a um maior crescimento moral e espiritual nas novas dimensões da Vida em que a alma está penetrando.

0 grande vate português Luiz de Camões, em soneto célebre, afirma: - Numa hora, encontro mil anos e é de jeito que em mil anos não encontro uma hora... De fato, o tempo psicológico do espírito e suas vivências espirituais não são medidos exteriormente com os parâmetros habituais dos ponteiros dos relógios. Esse tempo não cronológico, representado pelo acúmulo de experiências vividas, só pode ser avaliado, interiormente, em visões retrospectivas, no instante da morte, ou nos estados de emancipação da alma. No sonho, no sono hipnótico ou sonambúlico, é perfeitamente possível ao espírito reviver, em segundos, fatos que ocuparam, por vezes, metade de uma existência.

Ao despertar no Além e na posse integral dessa visão panorâmica de sua última existência, o espírito transformar-se-á no grande juiz de si mesmo, no tribunal silencioso de sua consciência...

Cap. 25 do livro Morrer e Depois Editora: A União
Site:  Panorama Espírita
Publicado por Marcio-geec em 05/9/2006
Autor:  Waldo Lima do Valle

rosanemerat · 133 vistos · 0 comentários
Categorias: Desencarnação

Jan/21/2009 

Vida Futura

Nós, em cada existência física, praticamos uma infinidade de atos, com o objetivo de atender às nossas necessidades psicofisicaespirituais. No meio de nossas alegrias, a morte costuma surgir de forma inesperada. Nesse momento costumamos indagar: o que acontecerá além-túmulo? Estaremos melhor ou pior? Continuaremos a existir ou seremos destruídos para sempre?

As expectativas com relação à vida futura depende de nossa concepção de vida. As religiões exercem grande influência na crença da vida após a morte. A Doutrina Dogmática afirma que o ser sobrevive e conserva a individualidade da alma: os maus vão para o Inferno e os bons para o Céu. A Doutrina Espírita aceita, também, a individualidade da alma, porém sujeita a um progresso ininterrupto. Quer estejamos encarnados ou desencarnados, estaremos progredindo.

As verdades espirituais existem independentemente de termos esta ou aquela concepção de mundo. A continuidade da vida após a morte é uma realidade e dela não podemos fugir. A grande surpresa para os indivíduos que cometem o "suicídio" é a de que continuam vivos no mundo dos Espíritos. São fatos relatados pelos próprios Espíritos, através da mediunidade. Sendo um fato observado, convém ponderarmos sobre o mesmo.

A reencarnação, um dos princípios fundamentais do Espiritismo, oferece-nos os meios para entendermos a morte e seus mistérios. A cada nova existência alteramos o teor específico de nossas vibrações mentais. São elas que nos posicionarão no mundo dos Espíritos: se leves e suaves, teremos condições de habitar um mundo mais evoluído; se pesadas e grosseiras, teremos de nos contentar com orbes mais atrasados. Não há privilégios: "a cada um segundo as suas obras", eis a lei.

A morte é a passagem do mundo das formas para o mundo das essências. A paz com a nossa consciência, permite-nos um desprendimento suave; o apego à matéria dificulta o desligamento do Espírito do corpo físico. É por isso que os Espíritos amigos estão sempre nos lembrando de nossas mudanças comportamentais: o desapego da matéria, o perdão, o esquecimento da ofensa etc.

Importa estarmos preparados nesse momento crítico de nossa existência física, porque poderemos perceber a coroação de todos os nossos esforços despendidos na prática do bem e das virtudes.

Site:  Panorama Espírita
Publicado por Marcio-geec em 05/9/2006
Autor:  Sérgio Biagi Gregório
rosanemerat · 101 vistos · 0 comentários
Categorias: Desencarnação

Jan/21/2009 

Vencendo a Morte

rosanemerat · 118 vistos · 0 comentários
Categorias: Desencarnação

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