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Mar/09/2009 

Amar é Caminho para Saúde e Felicidade

Curar as doenças do ser humano é algo que desafia incessantemente os homens de ciência, levando o homem da ciência a buscar anos a fio por uma terapia adequada para os mais variados tipos de enfermidades existentes e que ainda estão por vir.

Isto se dá de forma permanente, porquanto ao lograrem bons resultados terapêuticos frente a esta ou àquela enfermidade, logo outra surge pondo à prova a inteligência e a persistência desses homens dedicados a minorar o sofrimento alheio.

Todavia, aparece em nossos tempos, não que outrora não existisse, mas descoberto por nós, e de forma bem categórica, o grande efeito curador do amor, tornando-se a exteriorização desse sentimento uma autêntica panacéia no meio científico ( 1 ).

O mais interessante desse novo tipo de “medicamento terapêutico” é que ele não custa nada, pode ser ministrado por qualquer pessoa e se aplica com o paciente perto ou longe do seu curador. Já tendo sido realizado por médicos, a relação da enfermidade com a fé e a oração, que são cultivos do próprio potencial de amar de cada um.

Antes de curar com o amor, muitos médicos estudiosos do assunto chegaram à seguinte conclusão: quando se consegue que as pessoas curadoras amem a si mesmas, algumas coisas incrivelmente maravilhosas começam a acontecer, abrangendo não só o aspecto psicológico mas sobretudo o físico.

Ao tomar uma postura psicológica altamente positiva e altruísta, o mundo físico interior do paciente sofre também alteração semelhante, melhora, cura-se, reequilibra-se.

Necessário, assim, ao terapeuta induzir seus pacientes e a eles próprios a sentirem e expressarem o amor. Muito se tem visto a questão do relaxamento terapêutico que conduz o ser humano a esferas interiores, proporcionando a si mesmo momentos de tranqüilidade e de refazimento, moldando como conseqüência uma saúde mais plena, ou pelo menos o indício de tudo isso. E tem-se observado que o retorno do paciente após essas terapias, ele retorna bem mais tranqüilo, em comparação ao que havia iniciado. O seu tônus vibratório, pulsação, batimentos cardíacos são
paulatinamente reequilibrados dando uma sensação de bem estar profundo.

Compete, antes de tudo, ao terapeuta, transmitir de forma persuasiva ao seu paciente que ele é amado pelo seu curador e que ele, doente, é criatura digna de ser amada, a atenção dada pelos profissionais da área de saúde será recurso imprescindível no tratamento.

O amor é importante na cura porque é o mais significativo elemento da vida humana, constituindo-se, sem embargo, como a síntese da vida em sua expressão holística. Sugerimos a leitura do capítulo 18 do livro “Nosso Lar”, da série André Luiz, psicografia de Chico Xavier, cujo título é “Amor – Alimento das Almas”, edição da FEB. Somo criados pelo Amor (DEUS), e cada um de nós é parte integrante desse amor, pena é que ainda não descobrimos ele inteiro.

O amor deve ser doado de forma espontânea, nunca compulsoriamente. Ama não se impõe, é um ato de livre escolha. Ninguém deve ser constrangido a amar, porque amar é movimentação energética do espírito que se transmite e somente assim o faz quem a tem; não se falsifica condição energética sem a ter. Tudo que é obrigado causa constrangimento e conseqüentemente
superficialidade. Por isso, ame não finja, e não force ninguém a amá-lo.

Erroneamente se fala em o “amor verdadeiro”, o que levaria à suposição da existência de o “amor falso”. Dado, a várias interpretações erronias que existem sobre o amor.

Ora, amor é amor, sem gradação alguma, e nós aduzimos: não se conjuga, em essência, o verbo amar no passado ( eu amei ), porque quem ama nunca deixa de amar. No presente e no futuro, tudo bem ( eu amo, eu amarei ) mas no passado, não. É uma heresia ao amor.

Várias são as formas de passarmos a nos amar. Podemos recorrer à meditação, à oração, utilizar a música em busca do bem-estar interior ou simplesmente nos colocarmos diante de um espelho e dizermos a figura ali refletida que a ama, a quer muito, que ela é muito bela e que tudo fará por amá-la para sempre, com total fidelidade. Pare, agora, e olhe para você mesmo, já viu o quanto és uma bela pessoa, olhe bem, não finja, você é belo, importante e merece ser amado, primeiramente por você mesmo, pois você é o próprio fulcro gerador desse amor.

O trabalho do terapeuta é o de colocar o paciente de novo no caminho reto, ou seja, aquele caminho que o levará a se valorizar, auto-perdoar-se e amar-se. Isto significa fazer com que o paciente se sinta capaz de contribuir para um mundo melhor, ofertando-lhe o seu amor.

O contato físico para a cura ( não é o sexual ) tem significativa importância, é conveniente. E quando se ama, não se deve alimentar o receio de abraçar o paciente, apertar sua mão, demonstrar carinho por ele através do afago.

A alimentação do ressentimento pode conduzir pessoas até mesmo ao crime. Aquilo que não se diz é, geralmente, o que mais dano provoca na criatura, doente ou candidata a adoecer. O ressentimento é um veneno que nós mesmos tomamos e esperamos que o outro morra.

Os nervos do ressentido se torna um gatilho prestes a disparar a exagerada sensibilidade, pronto a explodir por qualquer motivo insignificante, nessas horas apresentando um tipo de reação
desproporcional ao fator desencadeador do ressentimento. Se nos víssemos diante de um espelho nesse momento do revide, verificaríamos uma transformação profunda em nossa entranhas até, mudança radical da fisionomia e expressões físicas, desastrosas.

O verdadeiro terapeuta não é alguém que lança olhar superior sobre o doente, mas aquele que considera o trabalho de cura como um diálogo e um aprendizado, tanto para o paciente quanto para o curador. Paciente e terapeuta entram naturalmente num processo através do qual um termina por curar o outro, porque passa a haver entre os dois uma integração perfeita, um sentindo o que atinge o outro, tal o grau de confidência a que chegaram. Essa interação se dá quando existe algo favorável ou desfavorável que está sendo vivenciado por um dos dois.

Chegaram os estudiosos da terapia do amor à conclusão, até certo ponto já do conhecimento público, que o fundamental é se amar o que se está fazendo.

Por índole ancestral o ser humano somente valoriza o que perde. Quando a coisa perdida está à plena disposição pouco ou nada significa. Pois sem nos valorizar, dificilmente valorizaremos os outros.

A vida saudável e seu dinamismo pulsante dentro de nós não o percebemos quando estamos bem. Somente quando o véu da morte paira sobre a nossa cabeça nos chocamos com a possibilidade do seu envolvimento.

Recobrando a saúde, voltando a disposição de realizar, sentimo-nos gratos, lembramo-nos de Deus e a Ele costumamos agradecer quando alguém nos diz : “Como você está bem!”. “Graças a Deus”, é a nossa resposta, invariavelmente.

O que é a cura? É toda uma movimentação química que ocorre no interior das nossas células, conduzindo-nos à retomada da ligação com a vida na plenitude de nossa capacidade de ação.

Curar-se é alcançar maiores níveis de capacidade de amar a nós, ao próximo e à vida, é aquele estado que nos conduz à vida mais plena. Vamos, com isso, notando que curar-se é, em essência, um fenômeno espiritual, pelo fato de ter a sua gênese no espírito. A cura é, pois, espiritual. Corpo sadio é sintoma de espírito saudável, feliz, que se ama. Devemos buscar objetivamente a saúde do espírito, e não apenas do corpo, sendo esse procedimento o que os médicos mais atualizados estão fazendo.

A síntese da mensagem de Jesus é que chegássemos ao patamar da nossa cura espiritual, ao dizer que prosseguíssemos vivendo e que não continuássemos pecando.

A cura analisada mais detidamente pelos pesquisadores da área ainda é um mistério. A medicina moderna apoia-se em observações que, em sua essência, são inexplicáveis. Chega-se à conclusão de que ninguém conhece a atuação de droga alguma. Lógico que a maioria dos médicos prefere ignorar que não sabe de fato o que ocorre, afirma apenas que tal remédio é eficiente, isso basta. Que importa, nessas horas, como se dá o restabelecimento do organismo, que mecanismo são acionados e como interagem? O cliente se curou ou foi curado, é tudo que basta.

A cura ainda permanece na fronteira existente entre o saber da ciência e a força do pensamento. É desta região, se assim podemos chamar, que se origina a cura. Chegar a este ponto crucial é o desafio existente.

No tratamento que conduz à cura existe um elemento que ultrapassa a técnica e que é fator vital unificador de todos os agentes e métodos de cura que só agora começa a ser explorado e utilizado – o amor.

O amor tem força curativa, porque leva ao relacionamento afetivo, a capacidade de nos fundir, de nos tornar unos, mesmo que seja por breves intervalos conosco mesmo, com o próximo, com a vida. “O amor é alimento das almas”.

Disseram os autores do livro aqui utilizado como apoio que precisamos encontrar um estado de harmonia entre nossas consciências intuitiva e espiritual. Para tanto, é necessário termos em conta que o processo de cura envolve a comunhão de três forças:

  1. Participação original e espontânea na vida, livre de julgamentos;

  2. Perceber as profundezas de onde emana o nosso envolvimento com a vida;

  3. Amar incondicionalmente.

Vale buscar a síntese do que acima acabamos de registrar, isto é, que amar é imprescindível e o maior amor que já esteve aqui chama-se Jesus. Urge vivermos seus ensinos como a única forma de curar e de nos curarmos. Quem se cura, pode curar. Agora, quem ainda não alcançou a própria
cura...

O Espiritismo, pois, ensina a amar quando afirma a necessidade de praticarmos a caridade para atingirmos a felicidade de viver.

(1) Todos estes informes médicos/científicos estão apoiados no livro “Curar, Curar-se” organizado por Richard Carlson, Ph.D e Benjamin Shield, livro da Editora Cultrix.


Fonte:  Site Portal do Espírito

Autor:  Aluney Elferr Albuquerque Silva

rosanemerat · 124 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

Mar/09/2009 

Amar a Deus

 

Imaginemos tudo o que nos envolve, o AR, o Mar, A Terra, enfim, toda a
Criação, sem O Amor, como seria?


Amor é Vida. Sem o Amor de Deus por sua criação, nada seríamos, o Amor
de Deus a tudo Vitaliza, proporciona e impulsiona o progresso.


Assim, todas as coisas e todas as criaturas, estão envolvidas neste
Amor, e nós também.


Agora, imaginemos que bom seria se nós, que somos criaturas deste Amor,
conseguíssemos envolver nossos próximos no mesmo Amor.


Jesus, O excelso Mensageiro, nos trouxe seu testemunho, contido no
Evangelho, mostrou-nos sua compreensão sobre esse Amor que o envolve por
inteiro. Transcendendo assim, o EU próprio para preocupar-se com o
próximo.


Em todos os seus caminhos, sempre buscou praticar o Amor como um Hino,
renovando, acariciando, apoiando, ensinando, levantando, afagando
espíritos caídos em suas transviadas experiências carnais.


Na vida, seja na Terra ou em outros planetas, tudo está manifesto no
Amor.


Jesus, nos legou a maior expressão desse Amor, quando disse-nos: "Amas
o teu próximo como a ti mesmo", criando um grande vínculo de um amor que a
tudo envolve, partindo de nós mesmos, como portadores e reais condutores
desse amor para com os outros. Mas a natureza não dá saltos, nos
proporcionando aprender com o nosso egoísmo a encontrar também desamor,
visualizando assim, a importância do Amor verdadeiro.


Por isso, nos soa imperiosa a questão: Como podemos amar a Deus e ao
próximo, não?


Dilata, as tuas expressões íntimas, dirigindo tua própria vida para o
bem, e não te preocupes com a "vitória" mentirosa do mal.


Amemos, doemo-nos, verdadeiramente do modo como queremos ser amados,
esquecendo da partícula negativista implementada pelo homem, com medo de
amar e praticar o erro, no mandamento de Jesus: Não fazer ao próximo
aquilo que não queres para ti. A princípio nos parece verdadeira, mas,
pensando fielmente na passagem do Cristo na terra, vamos ver que além de
não fazer o mal, praticou sem medo o bem, analisando acima de tudo a
liberdade de cada um.


Cabe-nos então, amar como pudermos, amar - respeitando, amar -
compreendendo, amar - orientando, amar - atendendo, amar - perdoando, amar
- colaborando, amar - trabalhando, amar - ouvindo, amar - orando, amar -
pensando, amar - calando, sem nos impressionar com as transitórias
experiências do primitivismo e da barbárie ainda existentes na Terra.
Tirando, de uma vez o negativismo da partícula "Não", de nossas
realizações, para não tolher assim, nosso progresso redentor.


Não façamos uma figura de Deus no próximo, materializando assim, a
Divindade, mas, visualizemos no próximo uma criatura que promana também de
Deus.


Amemos, portanto, pelo caminho quanto possamos, plantas, animais,
homens, e somente assim, nos descobriremos um dia amando a Deus.


Deus ajuda as criaturas através das Criaturas!!!


Fonte:  Site Portal do Espírito

Autor:  Aluney Elferr Albuquerque Silva

rosanemerat · 102 vistos · 0 comentários

Mar/09/2009 

A vida e o seu Sentido



Segundo a Organização Mundial de Saúde, a saúde não é a ausência de doença, mas uma condição de pleno bem estar físico, mental social e espiritual, no qual se tem acesso ao uso de todas as potencialidades, mantendo-se aberto ao crescimento e a evolução.

Neste estado podemos sentir em todos os momentos alegria de estar interagindo com os outros e o prazer de viver, sentimentos de plenitude e consciência de harmonia com o universo que nos circunda, e quando falamos em universo, não expressamos somente o universo planetário, distante de nós, mas as mais singelas expressões naturais que estão definitivamente vivas ao nosso redor, participando ativamente de nosso habitat e interagindo conosco, recebendo as nossas vibrações e transmitindo suas energias, a todo o instante.

O sentido da vida esta efetivamente em buscarmos viver não em excessos mais em equilíbrio, fazendo o que queremos, pois que somos livres para agir, mas medindo o poder de nossas ações e estudando cautelosamente as conseqüências das mesmas. Saber onde acaba nosso limite e começa o do outro, é um dos principais recursos para se viver em sociedade e em harmonia, ainda que exista conflitos a serem vencidos e vivenciados.

As emoções e sentimentos, especialmente quando não encontram meios de expressão, somatizam-se e manifestam-se de variadas maneiras, de acordo com a predisposição genética e comportamental e as fragilidades orgânicas de cada indivíduo. Somos sabedores que todos temos uma genética espiritual, da qual não podemos fugir, mas podemos sublimar as deficiências aí existentes, então nessa genética espiritual estão contidas nossas principais deficiências que viemos angariando com o passar dos tempos, e que hoje muitas dessas deficiências estão em estado de latência, e outras virão compulsoriamente no sentido de nos reeducar. As que estão no estado de latência, poderão ou não se manifestar ao longo dessa atual etapa existencial, dependendo de nosso modus vivendi, de hoje. Vamos exemplificar, eu posso ter pré-disposição a uma enfermidade cancerígena e dependendo de minha conduta, manifestá-la ou não, se abusar de cigarros ou outras substancias que eminentemente ativam essa deficiência, eu de fato terei. Mas se vivo, buscando a saúde e não me favoreço com tais substancia, é possível que eu não desenvolva tal enfermidade.

Cada vez mais avoluma-se o número de pesquisas que nos mostram a relação que existe entre a saúde, emoções e atitude mental. Existem pensamentos, sentimentos e atitudes que predispõem à saúde e outras que predispõem à doença.

O que nos leva a perguntar: Estamos vivendo o que é próprio para viver no hoje? – Estamos vivendo agora da melhor maneira que podemos viver? – O nosso corpo está saudável? – Estamos nos sentindo bem, mas de fato estamos bem? – Agradecemos cotidianamente o nosso corpo? – Oramos durante o dia? – Entramos em sintonia com o Senhor da Vida? - Quando chegamos diante do espelho, nos achamos belos? – Somos importantes para nós mesmos? – Fazemos o melhor possível, sempre que produzimos algo?.

A nossa essência não é o corpo, a mascara. A nossa essência é o ser, o espírito, que essencializa todas as coisas.

Quando se tornar mais patente a compreensão desta verdade em nossas vidas, e nossas mentes estiverem conscientes, a ponto de se tornarem transparentes, a luz interna do nosso ser já não estará mais escondida, oculta, esquecida, ela irá espelhar o que de fato somos e nossos potenciais adormecidos.

Fazer a nossa parte na vida, respeitando os outros, é muito importante. Por vezes, fazemos pouco, mas já é um começo, e aí, mesmo sendo pequeno nosso contributo, precisamos acreditar que ele também é importante. DESISTIR NUNCA!

De fato, ter uma visão positiva do futuro talvez seja o mais poderoso motivador que você e eu temos para mudança. "Ao final do trabalho, Barker relata uma estória bastante curiosa a qual se baseia nos escrito Loren Eiseley. Descreve que um homem muito sábio seguia pela beira da praia quando divisou a uma certa distância um vulto que lhe pareceu estar dançando. A idéia de alguém dançando na praia lhe pareceu interessante e ele buscou aproximar-se. Verificou tratar-se de um jovem com uma atitude peculiar. O que lhe parecia um bailado era na verdade um conjunto de movimentos que o rapaz fazia para abaixar-se, pegar estrelas-do-mar e atirá-las de volta ao oceano. O sujeito achou a atitude curiosa e inquiriu ao rapaz: - "O que fazes?" - "Jogo estrelas de volta ao mar.." - foi a resposta dele. - "Talvez devesse ter perguntado por quê o fazes..." - continuou o homem com um ar de deboche. - "É que o sol está a pino e a maré está baixando, se não as atirar elas morrerão ressecadas" - retrucou. - "Mas que ingenuidade! Você não vê que há quilômetros e quilômetros de praias e nelas há milhares e milhares de estrelas! Sua atitude não fará diferença." O jovem abaixou-se, pegou uma estrela e cuidadosamente a atirou de volta ao mar, seguindo o seu peculiar procedimento. Em seguida voltou-se para o homem e disse: - "Para essa aí fez diferença..." - O homem ficou muito pensativo sobre o que ocorrera e naquela noite não conseguiu dormir pensando nas palavras do jovem. No dia seguinte levantou-se, vestiu suas roupas, foi até a praia e começou com o jovem a atirar estrelas no oceano. Barker concluí a estória com uma reflexão importante. O que o jovem tinha de diferente era a sua opção de NÃO ser mero observador do universo, mas AGIR nele, modificá-lo de alguma forma e afirma: "... uma visão sem ação é um sonho. Ação sem visão é passatempo. Mas se aliamos nossas visões a nossas ações faremos diferença no universo."

Então, vamos fazer a diferença no Universo que nos rodeia, vamos ser os primeiros a respeitar, a declarar o amor, a viver mais saudáveis, a buscar sempre o melhor, a orar, enfim, existem tantas coisas boas que podemos fazer. Mas lembre-se que você pode fazer a diferença.

 

Fonte:  Site Portal do Espírito

Autor:  Aluney Elferr Albuquerque Silva

rosanemerat · 76 vistos · 0 comentários

Mar/09/2009 

A técnica do Passe

Breve Conceito

Quando duas mentes se sintonizam, uma passivamente e outra ativamente, estabelece-se entre ambas, uma corrente mental cujo efeito é o de plasmar condições pelas quais o "ativo" exerce influência sobre o "passivo". A esse fenômeno denominamos magnetização. Assim, magnetismo é o processo pelo qual o homem, emitindo energia do seu perispírito, age sobre outro homem, bem como sobre todos os corpos animados ou inanimados. A foto Kirlian concluiu pela emissão dessa energia, através das mãos do curador. Foi fotografada a energia brilhante que flui do curador para o paciente, o que indica que a cura envolve uma "transferência de energia do corpo bioplásmatico do curador para o do paciente." Temos, portanto, que o passe é uma transfusão de energia do passista e/ou espírito para o paciente. Pode-se dizer que é uma transfusão fisio-psíquicas, que resulta na troca de elementos vivos e atuantes, recurso fundamental para rearmonização do perispírito. Podemos dizer que o passe atua diretamente sobre o perispírito, agindo de três formas diferentes:

Mecanismo de assepsia, na limpeza do campo vibratório do paciente para o recebimento de energias salutares. Facilitando até a maior absorção dessas energias.

Revitalizador, compondo as energias perdidas

Dispersante - Eliminando os excessos e distribuindo de uma maneira igual os fluidos doados ao longo do campo vibratório e por todos os chacras.

Auxiliando assim, na cura das enfermidades, a partir do reequilibro do perispírito.

O Universo (visível e o invisível) trabalha num equilíbrio, num encadeamento perfeito, de uma harmonia sem par.

Com base nessa orientação, perguntamos:

Que é saúde?

Que é enfermidade?

Definimos a saúde como sendo a harmonia perfeita entre o microcosmo e o macrocosmo, ou seja, entre nosso tônus vibratório ainda imperfeito com o tônus vibratório da natureza e do cosmos pela lei Eterna do Amor. Como o resultado de viver em completa harmonia, em completo acordo, com as Leis que regem o Universo, o Cosmo.

Leis Morais e Materiais, da Natureza. A mudança desse ritmo vibratório normal (ódio, egoísmo, amor próprio excessivo, gula, paixões inferiores etc.) produz um desequilíbrio, e é deste desequilíbrio que se origina a enfermidade. Este desequilíbrio pode ocorrer ao longo dos séculos, várias encarnações por onde o espírito deverá passar.

A Lei de movimento e evolução implica um sucessivo acondicionamento do ser humano (encarnado ou desencarnado) a uma contínua transformação, a qual se manifesta em todas as ordens da vida.

A vida é e será sempre uma perene, eterna e infinita potência criadora no Universo.

À ela, se devem as formas de pensamento, as concepções humanas, que logo se materializam, se corporificam no plano dos sentidos físicos.

Dessa forma, podemos assimilar a existência de modulações vibratórias que constituem a essência da Vida, adquirindo diversas densidades de expressão entre o plano material e o plano espiritual.

A Vida é uma criação de Deus, e das Leis Cósmicas, e por isso, estamos intimamente ligados ao Todo. No físico ou denso, no sutil ou espiritual.

Esta mesma relação de continuidade opera-se com respeito aos elementos de nosso planeta, e olhando mais longe, vemos que se estende até às potências cósmicas, dentro da esfera do Universo.

Traduzindo, portanto, em linguagem mais simples, o homem significa equilíbrio ou desequilíbrio das forças cósmicas, espirituais ou materiais, ou até melhor, o homem por ser livre poderá colaborar com a harmonia ou desarmonia onde estiver.

Forças que partem do sutil ao denso e do denso ao sutil. Assim, no que concerne à Vida, os efeitos são a saúde ou a enfermidade.

Chegados a este ponto, e compreendendo-o, destacamos que, uma pessoa pode estar fisicamente mal, quando seu mundo espiritual não está em harmonia, o que provoca o desequilíbrio (a enfermidade) físico por repercussão.

Com o tônus vibratório prejudicado, transfere-se ao corpo somático esta desarmonia que através dos maus tratos poderá encadear problemas inimagináveis.

OS PRECURSORES DO MAGNETISMO DE CURA

Para compreendermos de maneira diferenciada, vejamos alguns dos principais precursores, na história do magnetismo e do passe.

PARACELSO - (1493-1541)

Seu nome era FELIX AURELIO TEOFRASTO BONBAST VON HODENHEIM. Médico, antropólogo, teólogo e um grande médium. Na época denominava-se mago.

Sem ter os conhecimentos científicos, hoje em voga, PARACELSO dizia que a NATUREZA era a autoridade suprema e que nela dever-se-ia buscar todas as verdades, porque a natureza, diferentemente do homem, não comete erros.

Mostrava que o mundo natural é "algo mais" daquilo que se pode ver com os olhos, sentir com as mãos, pesar ou medir. Inclui uma variedade de influências sobre a vida dos seres humanos.

As coisas não são simples pedaços de matéria inerte: possuem propriedades ocultas que se fundamentam em um mundo invisível.

Afirmou que o homem possui em si mesmo um fluido magnético e que sem essa energia não poderia existir. Tratara-se de uma espécie de fluido universal que produz todos os fenômenos que observamos.

Com base nestes conceitos afirmava que, como o homem emite e recebe vibrações, pode também emitir ou receber boas ou más vibrações.

PARACELSO foi um dos principais precursores do estudo do magnetismo animal, ainda que se considere MESMER, posterior quase dois séculos, como o pai da teoria do magnetismo.

PARACELSO aplicava suas idéias à medicina afirmando que "o primeiro médico do homem é Deus", autor da saúde, já que "o corpo não é mais que a casa da alma".

VAN HELMONT - (1577-1644)

JUAN BAUTISTA VAN HELMONT, projetou nova luz sobre o magnetismo animal, tendo sido o mais importante continuador e discípulo de PARACELSO.

Destacou clara distinção entre o que chamava magnetismo animal proveniente do corpo físico do homem (exterior), e as vibrações que emanavam do "homem interior", de suas forças espirituais.

A Igreja, como sempre, combateu os médiuns, e VAN HELMONT certa feita, respondendo a um jesuíta as críticas que o mesmo fizera a PARACELSO, atribuindo ao demônio as curas por ele efetuadas, expressou que os teólogos deveriam se ocupar com as causas divinas e os naturalistas com as causas da natureza, porque a natureza não havia escolhido os teólogos como seus intérpretes, e sim os seus filhos, os físicos e naturalistas.

Afirmava Van Helmont, que os espíritos eram ministros do magnetismo.

MESMER - (1734-1815)

FRIEDRICH FRANZ ANTON MESMER, era médico. As curas magnéticas de MESMER provinham de uma tradição que reconhecia como expoente máximo PARACELSO.

Sua teoria, com base na tese de doutorado apresentada em Viena em 1776, denominada de PLANETARUM INFLUXU (A influência dos planetas na cura das enfermidades), proposta esta que gerou polêmicas em torno do assunto.

A tese descrevia a influência dos planetas por intermédio de um fluido universal com poderes magnéticos sobre a matéria viva. Descrevia também o magnetismo animal, que existiria em duas formas opostas e tenderia a emanar dos lados direito e esquerdo do corpo humano.

Explicava que a cura das enfermidades consistia na restauração do equilíbrio ou harmonia alteradas entre os dois fluidos.

Com base nestas teorias, MESMER construiu sua técnica terapêutica, utilizando a fixação dos olhos e os passes com as mãos.

MESMER criou uma escola pelos métodos empregados, o MESMERISMO.

Sua teoria expunha e descrevia que um princípio imponderável atuava sobre os corpos; que em todo organismo vivente existe um fluido magnético, no qual circula uma força especial animando tanto o mundo orgânico como o inorgânico; que esse fluido se transmite, podendo revigorar os corpos debilitados; que as pessoas dotadas de grande vitalidade podem transmitir essa energia aos outros, se souberem dirigir essa mesma energia, utilizando a imposição das mãos.

Sobre as forças vitais, MESMER apoiou-se em WILLIAM MAXWELL, que em 1676, na sua obra MEDICINA MAGNÉTICA, afirma que a alma humana não está contida dentro dos limites do corpo e atua fora dele; que o corpo humano emite radiações, compostas de elementos imateriais, que são os veículos que transmitem a ação da alma e que contém forças vitais.

MESMER assegurava que dirigindo esse fluido segundo métodos corretos, poder-se-ia "curar imediatamente as doenças dos nervos e mediatamente as outras" e que "a arte de curar chegaria assim à sua perfeição última".

Acrescentava MESMER, que o organismo como um todo, age como elemento sensível e captor das energias fluídicas e qualquer desequilíbrio rompendo a harmonia entre o homem e o todo, gera a doença.

Dessa forma, acrescentava, não haveria senão uma única doença, sob múltiplos aspectos, como, similarmente, não haveria senão um único remédio para todos os males: o magnetismo.

ROBERT FLUDD – (1629)

Afirmou haver obtido curas com água magnetizada

PETÉTIN – (1744 – 1808)

Verificou que o paciente em sono induzido magnético podia chegar ao transe cataléptico e apresentar então transposição de sentidos (percepção deslocada dos órgãos materiais)

DIVERSOS

Entre os estudiosos e pesquisadores, criaram-se ao longo do tempo escolas que se diferenciavam na arte e no processo de curas pela magnetização (Passes).

A descrição de MESMER, que fez escola, de que existiriam duas formas opostas, no magnetismo animal, que tenderiam a emanar-se dos lados direito e esquerdo do corpo humano, denominou-se POLARIDADE DOS CORPOS. Vários pesquisadores, tendo à frente H. DURVILLE, afirmavam que o corpo humano, como qualquer outro objeto, seria polarizado, ou seja o lado direito positivo e o lado esquerdo negativo. Que dessa forma não se poderia magnetizar indistintamente com a mão direita ou com a esquerda.

No entanto, vários outros pesquisadores, como DU POTET, DELEUZE, GAUTHIER, BUÉ, BINET e FERÉ e inclusive a Doutrina Espirita, CONTESTAM as conclusões dos POLARISTAS, afirmando que a potência volitiva do magnetizador UNIFICA a ação radiante dos fluidos e a conduz com igual segurança ao paciente, de face, de lado, pelas costas, de perto ou de longe, através de um compartimento para outro, vendo ou não vendo o paciente.

Todos, polaristas ou não, evidenciam um fato: a ação curadora do fluido magnético.

Verificando estas opiniões, vejamos: sabemos que o passe, ou melhor as emanações de energias se dão de perispírito a perispírito, e que este perispírito não esta circunscrito a uma área definida do corpo, senão em todo o corpo. Então poderemos dizer que ficamos com a contestação da Doutrina Espírita sobre estas opiniões. Pois estamos doando energias boas ou más, sem sequer direcionarmos nossas mãos a lugar algum.

Para o estudo e a análise, por parte dos leitores interessados, endereçamos às seguintes obras:

  • MICHAELUS - MAGNETISMO ESPIRITUAL (FEB)
  • JOSÉ LAPPONI - HIPNOTISMO E ESPIRITISMO
  • ALLAN KARDEC - O LIVRO DOS MÉDIUNS
  • ALLAN KARDEC - OBRAS POSTUMAS
  • ALLAN KARDEC - REVISTA ESPÍRITA

ALLAN KARDEC - (03.10.1804/31.03.1869) - Doutrina dos Espíritos

A Doutrina dos Espíritos, codificada por Allan Kardec, veio trazer luzes às trevas do conhecimento humano.

Sua missão, bem como a dos espíritas em geral, é a de contribuir para o aprimoramento dos espíritos, encarnados e desencarnados, com o fim de libertá-los da ignorância e da superstição. Racionalizando a fé, conduz o ser à certeza, à convicção das Leis Imutáveis que regem a Vida, Leis essa que emanam de Deus, Causa Primeira e Inteligência Suprema do Universo, enfim, ao conhecimento integral da Verdade. Conhecereis a Verdade e ela vos libertará, afirmou Jesus há quase 2 milênios.

No que tange às curas, ao passe, a Doutrina dos Espíritos, fruto da interação entre encarnados e desencarnados, hoje aliada às inúmeras pesquisas científicas em todo o planeta, veio demonstrar a existência do perispírito, estabelecendo sua origem, suas propriedades e suas funções; veio estudar a propriedade dos fluidos, bem como a ação desses mesmos fluidos sobre a matéria.

Allan Kardec, para codificar a Doutrina, criou e estabeleceu uma metodologia científica, que até o presente momento serve de parâmetro para todos os pesquisadores sérios:

  1.  Localizar e descobrir o fenômeno;
  2. Observar e conhecer o fenômeno na sua manifestação;
  3. Provar e comprovar que o fenômeno existe, e
  4. Estudar, conhecer e formular as causas e o mecanismo desses fenômenos.

Fonte:  Site Portal do Espírito
Autor: Aluney Elferr Albuquerque Silva

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Mar/09/2009 

Espiritismo, coisa do Demônio?

Sou espírita. Respeito todas as religiões que têm Deus como o Pai maior. Vejo os integrantes das demais religiões como diletos irmãos. Nem poderia ser diferente. Se somos filhos do mesmo Deus por que o fato de professarmos diferentes religiões impediria vermo-nos como irmãos?

E como irmão do caro leitor, aproveito desta oportunidade para trazer à tona alguns conceitos - ou preconceitos - equivocados em relação ao espiritismo.

Caro irmão-leitor, não tenho o intuito de convertê-lo ao espiritismo. Se você se encontrou no catolicismo ou no protestantismo para que mudar de religião?

Nós, espíritas, muito valorizamos o catolicismo. Podemos dizer que o catolicismo é a religião-mãe. Se não fossem a força, a coragem, a fé e a determinação dos primeiros católicos as palavras do nosso Mestre Jesus não teria chegado aos nossos dias. A humanidade muito deve ao catolicismo.

Também respeitamos e valorizamos o protestantismo. Quando o homem ficou mais preocupado com a religião externa, isto é, mais valorizava a forma do que o conteúdo, foi o protestantismo que chacoalhou uma situação de inércia e reavivou as palavras do Mestre.

Mas por que alguns - não todos - católicos e protestantes, nossos diletos irmãos, insistem em dizer que o “o espiritismo é coisa do demônio”?

Jesus disse “Pelos frutos conhecereis a árvore”.

Os espíritas, como outros religiosos, têm como sua principal meta procurar seguir, com as limitações próprias da natureza humana, os preceitos de Jesus em sua máxima “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.

Que demônio é este que inspira aos espíritas o amor a Deus e ao próximo?

Os espíritas, como outros religiosos, acreditam na realidade maior da vida: “fora da caridade não há salvação”.

Que demônio é este que inspira aos espíritas fazer a caridade ao próximo?

Os espíritas têm por princípio a valorização e o respeito às demais religiões, todas consideradas como diferentes ferramentas idealizadas pelo mesmo Arquiteto.

Que demônio é este que inspira aos espíritas a fraternidade e a solidariedade entre integrantes de religiões muitas vezes sustentadas em dogmas ou em faces da verdade conflitantes entre si?

Que demônio é este que, onde há divergência de opiniões, procura unir em vez de semear a discórdia?

Os verdadeiros espíritas, aqueles que seguem os preceitos máximos da doutrina, tem como rotina em sua vida o esforço pela sua transformação moral. Isto é, conhece-se o verdadeiro espírita pelo seu contínuo esforço em transformar-se moralmente.

Que demônio é este que inspira aos espíritas constante preocupação com sua elevação moral?

Caro irmão-leitor, reflitamos:

Que demônio é este que fala em amor, caridade, solidariedade, fraternidade e em transformação moral?

Só não vê, como disse nosso Mestre Jesus, quem não tem olhos para ver.

Por favor, não entenda que o objetivo deste artigo é a sua conversão. Se é você um bom católico, continue a sê-lo. Se você professa uma das diversas religiões protestantes, continue na sua convicção. Mas se você é dos que dizem que “o espiritismo é coisa do demônio” procure - sem abandonar sua religião - pelo menos estudar alguns livros espíritas. A critica gratuita, sem análise, sem profundo estudo, não deve fazer parte de nossos atos. Dê a si mesmo o direito de conhecer melhor o seu objeto de crítica. Estude.

É importante dizer que a denominação “espiritismo” assumiu conotações que não correspondem à real essência da doutrina codificada pelo educador Allan Kardec, e que se sustenta no evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo.

No espiritismo não há queima de vela, incenso, “trabalhos”, magias, imagens ou outros rituais. Muitas pessoas, não espíritas, muitas pessoas mesmo, imaginam - sem antes pesquisar - que o espiritismo manifesta-se por tudo que nele não existe, como os exemplos citados ( queima de vela, incenso, “trabalhos”, magias, culto a imagens, rituais, etc. ).

Muitas religiões que se autodenominam Espiritismo, não o são de fato.

O templo do espiritismo é o templo do estudo, do amor e da caridade.

Outras pessoas, como você, também não acreditavam ou tinham uma opinião deformada do espiritismo.

William Crookes, o extraordinário pai da Física contemporânea, o homem que descobriu o tálio, a matéria radiante, a quem se deve os pródomos da Física Nuclear da atualidade chegou a dizer textualmente:

“Eu era um materialista absoluto e, depois de investigar em profundidade científica os fenômenos mediúnicos, eu afirmo que eles já não são possíveis: eles são reais!”

César Lombroso, depois de examinar a mediunidade de Eusápia Paladino disse estas palavras:

“Quando me lembro do que eu e meus colegas zombávamos daqueles que acreditavam no Espiritismo, coro de vergonha, porque hoje eu também sou espírita! A evidência dos fatos dobrou a minha convicção negativa”.

E ainda Cronwell Varley, o que lançou sobre o mundo as linhas da telegrafia e da telefonia internacional, os cabos transoceânicos, teve a coragem de dizer:

“Somente negam os fenômenos espíritas, aqueles que não se deram ao trabalho de os estudar. Eu não conheço um só exemplo de alguém que os haja estudado, que não se tenha rendido à sua evidência”.

Não. Não precisa tornar-se espírita. Mas estude o espiritismo antes de criticá-lo.

E lembremo-nos que todos, independentemente de religiões, somos filhos do mesmo Deus e devemos irmanarmo-nos, unirmo-nos pelo bem comum, pelo amor ao próximo, pelos atos de solidariedade humana.

Ninguém é dono da Verdade Absoluta. Todas as religiões sérias são de Deus. Deus se manifesta de muitas formas e através de diversas religiões. Respeitemo-nos mutuamente, cheguemo-nos mais pertos um do outro, só assim seremos dignos de sermos chamados filhos de Deus.

Para encerrar, leiamos a letra abaixo, musicada pelo admirável católico-cantor Padre Zezinho, que é um hino ao respeito e à união dos seguidores das mais diversas religiões:

CANÇÃO ECUMÊNICA:

“Que todos nós,
que acreditamos em Deus,
saibamos viver em paz e dialogar!
Que todos nós,
que cremos que Deus é Pai,
saibamos nos respeitar e nos abraçar!
Filhos do Universo,
filhos do mesmo amor,
saibamos ouvir uns aos outros,
ouvir o que o outro nos tem a dizer.
E, sem combater,
sem desmerecer,
primeiro escutar,
depois discordar,
por fim celebrar e orar.
E adorar e servir a Deus.
E ajudar e ajudar as pessoas...
e respeitar os ateus!
... pra sermos filhos de Deus”.

Fonte:  Site Portal do Espírito
Autor: Alkíndar de Oliveira
rosanemerat · 360 vistos · 4 comentários