Últimos comentários

O 1 Livro de Samuel, ...

26/10/2009 @ 18:50:14
por Maria Helena


Referente ao comentário feito por Maria ...

26/10/2009 @ 02:46:37
por rosanemerat


Heloísa Helena: Eu ando nos blogs do ...

16/10/2009 @ 13:40:40
por Maria Helena


Bom Dia Maria Helena! Respondendo a você. Peço ...

08/10/2009 @ 15:01:51
por Heloisa Helena


Bom dia. A respeito do artigo ...

04/10/2009 @ 04:52:14
por FLAVIO FONSECA


Calendário

Setembro 2010
DomSegTerQuaQuiSexSab
 << < > >>
   1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930  

Quem está conectado?

Membro: 0
Visitante: 1

Anúncio

Palavras-chave (tags)

Não há tags neste Blogs

rss Sindicação

Visualização dos artigos pertencentes à categoria: Artigos




Recados Para Orkut - Click Aqui!
05 Set 2010 
Resignação e Indiferança
"Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,
porque serão fartos". (Mateus, V,6.)


Bem-aventurados os que se revoltam contra a injustiça, mas são resignados e calmos. Ai dos indiferentes, dos acomodatícios, dos covardes, dos servis, que em proveito próprio aplaudem a injustiça!
Há muita diferença entre a resignação e a indiferença. A resignação é a conformidade ativa nos inevitáveis acontecimentos da vida. A indiferença é a submissão passiva às injustiças deprimentes. A resignação é cheia de amor, de sentimentos nobres, de elevadas paixões. A indiferença nulifica o amor, aniquila a nobreza da alma, destrói as virtudes e deprime a moral. A resignação nas provas é obediência aos decretos de Deus. A indiferença nos sofrimentos é dureza de coração e ausência de submissão à vontade divina.
O resignado é santo, porque a resignação nasce da paciência, e a paciência é filha dileta da caridade.
O indiferente é um anormal: tem cérebro e não pensa; tem coração e não sente; tem alma e não ama. O resignado não aparenta sofrimento, porque conhece a lei de Deus e a ela se submete com humildade.
O indiferente também não mostra sentir a dor, mas, orgulhoso e alheio aos ditames celestes, repele de si a idéia do sofrimento.
A resignação é excelente virtude, que precisamos cultivar; a indiferença é manifestação do egoísmo, que precisamos extirpar.
A resignação é a coragem da virtude.
A indiferença é a covardia da paixão vil.
Aquela eleva, dignifica, enaltece, santifica.
Esta deprime, desmoraliza, deprava e mata.
"Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos".
Bem-aventurados os que não se submetem às injustiças da Terra, nem pactuam com os opressores, os vis turibulários das altas posições!

Autor: Cairbar Schutel
Livro: Parábolas e Ensinos de Jesus
Site: www.luzdoespiritismo.com
rosanemerat · 1 vista · 0 comentários
Categorias: Artigos
29 Ago 2010 
Pessoas Especiais em Nossas Vidas

Quem são as pessoas estranhas que cruzam o nosso caminho durante a vida e o tornam diferente e melhor? Por que elas são tão importantes para nós? O que as leva a colaborar tanto? Sempre nos ajudando, de um jeito ou de outro. Quando as conhecemos não nos chamam a atenção. Parecem-nos comuns. E, com o passar do tempo tornam-se tão próximas, que as consideramos parte do mundo afetivo pessoal. A consideração crescente por elas revela um bem valioso acerca do relacionamento humano: o amor que desconhece fronteiras, provando a sua força e soberania quanto a certas ligações a pessoas estranhas em nossas vidas, embora sejam elas fundamentais nas decisões e rumos que tomamos.

Sem que se espere conhecemos alguém, que a princípio pouco se difere das pessoas comuns de nossa convivência. Às vezes, isso acontece em nossa rua, com a chegada de nova vizinha. Pode até levar um determinado tempo, porém, inicia-se uma amizade que ganha terreno a medida em que se estabelece a confiança, e a ajuda surge como parte deste tipo de relacionamento. Situações singulares como um encontro casual dentro de um ônibus, na padaria etc. Em outros casos, é no ambiente de trabalho que ocorre este fenômeno humano. Alguém que ingressa na organização que pertencemos. Ou ainda, nós mesmos, ao iniciar uma atividade profissional em novo local, cujo diretor que está nos contratando pode ser este alguém especial.

Não sabemos explicar a razão que leva estas pessoas a nos ajudar, contudo sabemos que lá estão prontas para apoiar de alguma maneira. O tempo passa e a amizade se mantém sólida, ainda que, por razões particulares, tenhamos que nos afastar: mudança de endereço ou nova oportunidade de trabalho. O coração sente, mas a vida segue. Mantemos o contato, e assim alimentamos este tipo de amizade especial, que sempre nos ajudou.

Não obstante, é chegado o momento de questionar se é a nossa vez de ajudar alguém, apoiando e tornando uma outra vida melhor. Que pessoa "estranha" receberá os nossos cuidados. Para quem seremos pessoas especiais?

Fonte:  O Mensageiro

Autor: Armando Correa de Siqueira Neto

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 1 vista · 0 comentários
Categorias: Artigos
14 Ago 2010 
Partida e Chegada
Quando observamos, na praia, um veleiro a afastar-se da costa, navegando mar a dentro, impelido pela brisa matinal, estamos diante de um espetáculo de beleza rara.
O barco, impulsionado pela força dos ventos, vai ganhando o mar azul e nos parece cada vez menor.
Não demora muito e só podemos contemplar um pequeno ponto branco na linha remota e indecisa, onde o mar e o céu se encontram.
Quem observa o veleiro sumir na linha do horizonte, certamente exclamará: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O barco continua do mesmo tamanho e com a mesma capacidade que tinha quando estava próximo de nós.
Continua tão capaz quanto antes de levar ao porto de destino as cargas recebidas.
O veleiro não evaporou, apenas não o podemos mais ver.
Mas ele continua o mesmo.
“E talvez, no exato instante em que alguém diz: já se foi”, haverá outras vozes, mais além, a afirmar: "lá vem o veleiro".
Assim é a morte.
Quando o veleiro parte, levando a preciosa carga de um amor que nos foi caro, e o vemos sumir na linha que separa o visível do invisível dizemos: "já se foi".
Terá sumido? Evaporado?
Não, certamente. Apenas o perdemos de vista.
O ser que amamos continua o mesmo. Sua capacidade mental não se perdeu.
Suas conquistas seguem intactas, da mesma forma que quando estava ao nosso lado.
Conserva o mesmo afeto que nutria por nós. Nada se perde a não ser o corpo físico de que não mais necessita no outro lado.
“E é assim que, no mesmo instante em que dizemos: já se foi”, no mais além, outro alguém dirá feliz: "já está chegando".
Chegou ao destino levando consigo as aquisições feitas durante a viagem terrena.
A vida jamais se interrompe nem oferece mudanças espetaculares, pois a natureza não dá saltos.
Cada um leva sua carga de vícios e virtudes, de afetos e desafetos, até que se resolva por desfazer-se do que julgar desnecessário.
A vida é feita de partidas e chegadas. De idas e vindas.
Assim, o que para uns parece ser a partida, para outros é a chegada.
Um dia partimos do mundo espiritual na direção do mundo físico; noutro partimos daqui para o espiritual, num constante ir e vir, como viajores da imortalidade que somos todos nós.

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec
rosanemerat · 4 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos
25 Jul 2010 
Onde está Você?
Onde está você com seus pensamentos nesse momento?
    Será que está presente na conversa com os amigos, ou está longe, viajando por lugares distantes?
    Onde está sua felicidade agora?
    Será que está junto de você, ou está longe, em objetos distantes, em pessoas que se foram em bens materiais que você ainda não tem?
    Onde está seu sorriso agora?
    Está em seu rosto, estampando a sua alegria e confiança na vida?
    Ou será que foi levado por alguém que não está mais aqui?
    Será que seu sorriso ainda depende dos outros?
    Onde está a sua vontade de viver, agora?
    Está aí mesmo dentro de você chamando-o, a cada minuto, para as oportunidades, para viver os dias, ou está nas mãos de outras pessoas, e você está perdido sem saber para onde ir?
    Quem é o dono da sua vida, da sua vontade e da sua motivação?
    O que você precisa para ser feliz agora?
    Um emprego? Será que você não consegue procurar um pouco mais? Quem sabe mudar os rumos? Ou procurar em lugares onde você nunca havia procurado antes?
    Não coloque para si mesmo obstáculos demais!
    Será que a felicidade está apenas na conquista de um emprego?
    Talvez você precise de um amor.
    Então cultive novas amizades! Lembre-se de que a amizade é a fonte do amor verdadeiro!
    Procure se aproximar mais das pessoas, quem sabe!
    Antes de querer ser amado, ame!
    Onde está seu Deus agora?
    Será que você já o descobriu dentro de você?
    Será que você já o descobriu nas leis maravilhosas que regem o universo? Na proteção que recebemos, nas chances, nos encontros, nas bênçãos da vida?
    Será que você já o descobriu nas estrelas, nos mares, nos ventos, no perfume das flores?
    Onde está você agora?
    No curso mais seguro da vida, tendo sua embarcação sob controle? Ou está à deriva? Distraído pelas ilusões que encrespam o oceano todos os dias?
    Onde está você agora?
    Buscando um sentido maior para tudo, buscando o crescimento espiritual, ou está preocupado com coisas tão pequenas, incomodado com problemas tão simples?
    É tempo de saber onde realmente estamos.
    É tempo de repensar muitas coisas, de dar um novo sentido a tudo, de redescobrir as coisas mais simples e possíveis, e recriar a vida,colocando-a em seu curso seguro.
    Como nos ensinou o Mestre de Nazaré, onde estiver seu coração, aí estará também o seu tesouro.
    Pense nisso!
    Por vezes nossos olhares se perdem no espaço à procura de algo que se encontra bem perto de nós.
    Outras vezes permitimos que nosso sorriso siga atrelado ao passo de alguém que se afasta de nós...
    Nossa alegria, tantas vezes, perde a força por causa de algo insignificante.
    Às vezes permitirmos que a nossa vontade de viver se enfraqueça, vencida pelas ilusões e fantasias...
    No entanto, para que não deixemos de viver o momento, intensamente, é preciso prestar atenção nas horas, no agora, no hoje, para que não deixemos escapar as mais excelentes oportunidades de construir nossa felicidade duradoura.
    Pensemos nisso!


(Equipe de Redação do Momento Espírita, a partir de texto de autoria desconhecida)
www.momento.org.br)

Fonte: CVDEE - Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
www.cvdee.org.br

rosanemerat · 4 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos
11 Jul 2010 
O que te faz melhor
        Narra-se que Leonardo Boff, num intervalo de uma conversa de mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, perguntou ao Dalai Lama:

        Santidade, qual a melhor religião?

        O teólogo confessa que esperava que ele dissesse: É o budismo tibetano. Ou são as religiões orientais, muito mais antigas que o cristianismo.

        O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, olhou seu inquiridor bem nos olhos, desconcertando-o um pouco, como se soubesse da certa dose de malícia na pergunta, e afirmou:

        A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus. É aquela que te faz melhor.

        Para quem sabe sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, Boff voltou a perguntar:

        O que me faz melhor?

        Aquilo que te faz mais compassivo; aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável...

        A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião...

        Boff confessa que calou, maravilhado, e até os dias de hoje ainda rumina a resposta recebida, sábia e irrefutável.

        O Dalai Lama foi ao cerne da questão: a religião deve nos ser útil para a vida, como promotora de melhorias em nossa alma.

        Não haverá religião mais certa, mais errada, mas sim aquela que é mais adequada para as necessidades deste ou daquele povo, desta ou daquela pessoa.

        Se ela estiver promovendo o Espírito, impulsionando-o à evolução moral e estabelecendo este laço fundamental da criatura com o Criador – independente do nome que este leve – ela será uma ótima religião.

        Ao contrário, se ela prega o sectarismo, a intolerância e a violência, é óbvio que ainda não cumpre adequadamente sua missão como religião.

        O eminente Codificador do Espiritismo, Allan Kardec, quando analisou esta questão, recebeu a seguinte resposta dos Espíritos de luz:

        Toda crença é respeitável quando sincera, e conduz à prática do bem. As crenças censuráveis são as que conduzem ao mal.

        Desta forma, fica claro mais uma vez que a religião, por buscar nos aproximar de Deus, deve, da mesma forma, nos aproximar do bem, e da sua prática cotidiana.

        Nenhum ritual, sacrifício, nenhuma prática externa será proveitosa, se não nos fizer melhores.

        Deveríamos empreender nossos esforços na vida para nos tornarmos melhores.

        Investir em tudo aquilo que nos faz mais compreensivos, mais sensíveis, mais amorosos, mais responsáveis.

        A melhor Doutrina é a que melhor satisfaz ao coração e à razão, e que mais elementos tem para conduzir o homem ao bem.

                                                        *   *   *

        Gandhi afirmava que uma vida sem religião é como um barco sem leme.

        Certamente todos precisamos de um instrumento que nos dirija. Assim, procuremos aquela religião que nos fale à alma, que nos console e que nos promova como Espíritos imortais que somos.

        Transmitamos às nossas crianças, desde cedo, esta importância de manter contato com o Criador, e de praticar o bem, acima de tudo.

Redação do Momento Espírita com base no item 838 de O livro dos espíritos, no item 302 de O livro dos médiuns, ambos de Allan Kardec, ed. Feb e no livro Espiritualidade, um caminho de transformação,de Leonardo Boff, ed. Sextante.
Em 26.06.2008
Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espirita Allan Kardec
rosanemerat · 12 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos
27 Jun 2010 
Medo

 

“Depois disto, que nos resta a dizer?

Se deus está conosco, quem estará contra nós?

(Romanos,  8:31.)

 

            O medo pode ser definido como um estado psíquico de inquietação constante, agitação ou impaciência diante de um perigo real ou imaginário.

            O medo racional é saudável e necessário em nossa vida. Ele nos protege de nossa impulsividade e de nossos atos irrefletidos.

            No entanto, quando o medo é patológico, torna-se destrutivo e tem como resultado a imobilidade de nossas forças mais íntimas.

            Eis alguns sintomas emocionais de temores que nos complicam a existência:

·        Agitação mental – incapacidade de relaxar e silenciar internamente, sendo preciso reler a mesma página diversas vezes.

·        Pessimismo e insegurança – hesitação pertinaz em face não só das grandes como também das pequenas decisões existenciais.

·        Dissociação mental – esquecimento constante das coisas mais naturais e simples do cotidiano.

·        Agressividade exagerada – irritação contínua com tendência a atacar gratuitamente os outros com ofensas e insultos.

·        Vulnerabilidade – sensação freqüente de melancolia, como choro fácil e atmosfera de perseguição contumaz.

·        Comportamento compulsivo – uso de atos ritualísticos propensos ao perfeccionismo; início de várias atividades ao mesmo tempo sem termino de nenhuma.

·        Aura de fracasso – desculpa por qualquer coisa e sentimento de humilhação constante na frente dos outros.

·        Falta de motivação – crises de perda de interesse pela vida, sensação de desânimo.

·        Mente exaurida – isolação da vida social. A criatura só executa o que é estritamente necessário para a sua manutenção diária.

Não podemos afirmar que todos esses sintomas estão relacionados apenas como medo, mas, quando algum deles ocorrer, é necessário estarmos alerta, pois o medo pode está servindo de base às nossas emoções e atitudes perante a vida.

            No espiritismo, encontramos as ferramentas essenciais e as técnicas sensatas para utilizar o medo na proporção certa e apropriada diante de cada fato ou acontecimento que tivermos de enfrentar.

            O temor pode ser um ácido que venha consumir desnecessariamente nossas energias vitais. Entretanto não podemos esquecer que “Se Deus está conosco, quem estará contra nós?”.

 

 

Um modo de entender: uma nova forma de viver.

Psicografia de:  Francisco do Espírito Santo Net

Pelo Espírito Hammed

Site:  Luz do Espiritismo - Grupo Espírita Allan Kardec

rosanemerat · 2 vistos · 0 comentários
Categorias: Artigos

1, 2, 3, 4, 5, 6, 7  Próxima página